Catolicismo n° 267, março de 1973
Revista Catolicismo
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MANIFESTO DA TFP CHILENA

Receosa da ingerência eleitoral do progressismo, a qual já produzira efeitos tão deletérios em pleitos anteriores, a Sociedade Chilena de Defesa da Tradição, Família e Propriedade deu a lume em Santiago, às vésperas das eleições de 4 de março, um manifesto intitulado "A autodemolição da Igreja, fator da demolição do Chile", no qual destaca o papel da Sagrada Hierarquia no processo de marxistização do país.

A imprensa diária de São Paulo publicou a respeito o seguinte despacho de uma agência internacional:

"A Sociedade Chilena de Defesa da Tradição, Família e Propriedade — TFP — responsabilizou ontem o Papa pela "desastrosa colaboração do Clero e da Hierarquia do Chile com o governo marxista de Salvador Allende".

A TFP afirmou que por duas vezes pediu a Paulo VI que atuasse com firmeza para impedir a "infiltração comunista no Clero católico", ressaltando que não houve resposta".

Dado o caráter extremamente sucinto dessa notícia, dois diretores da TFP chilena ora residentes em São Paulo, Srs. Patricio Amunátegui Monckeberg e Juan Gonzalo Larraín Campbell, não querendo que ficasse projetada no público brasileiro uma imagem menos exata daquela entidade, decidiram divulgar pelas colunas de "Catolicismo" o texto integral do manifesto e — enquanto esta nossa edição estava no prelo — estamparam os tópicos essenciais do mesmo em dois jornais da Capital paulista.

O documento que, assim, apresentamos aos nossos leitores é notável pela concatenação da matéria e clareza da exposição, mostrando um quadro impressionante das devastações do progressismo no Chile.

Uma vez que o manifesto está sendo publicado no Brasil, é normal que se pergunte qual a posição da TFP brasileira em face do pronunciamento de sua coirmã andina. A respeito disso, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira escreveu para sua coluna semanal em um matutino paulista os dois artigos que reproduzimos na página 4.

Legenda: O Cardeal Silva Henriques cumprimenta cordialmente o tirano comunista Fidel Castro quando da visita deste a Santiago. Em baixo: Depois da posse do marxista Allende, o Cardeal visitou-o, oferecendo-lhe uma Bíblia. – Radiofotos AP e UPI.



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