Jesuíta professor da Gregoriana defende teses marxistas

Nascida do Colégio Romano, fundado por Santo Inácio de Loyola em 1551, a Gregoriana — assim chamada pelo grande impulso que lhe deu Gregório XIII desenvolveu-se à sombra da cúpula de São Pedro, sendo considerada por Pio XI a verdadeira e própria Universidade do Papa. Seu escopo sempre foi o de formar, sob os auspícios do Romano Pontífice, uma autêntica elite eclesiástica, na pureza da doutrina católica; característica de seu espírito foi sempre o "sentire cum Ecclesia". Seu Grão-Chanceler é o próprio Cardeal Prefeito da Sagrada Congregação para a Educação Católica, e sua direção esteve desde o início nas mãos dos RR. PP. Jesuítas.

Entre seus mestres contam-se figuras eminentes pelo saber e pela virtude, e de seus bancos saíram Santos, Bem-aventurados, Papas, Cardeais, Arcebispos e Bispos, Superiores de Famílias religiosas, pregadores, missionários, professores de seminário, que fizeram e fazem chegar por toda parte a influência da Universidade Gregoriana na formação do Clero católico.

Infelizmente; também essa gloriosa instituição foi atingida pelo misterioso processo de autodemolição da Igreja, a que alude Paulo VI, e em suas salas, onde outrora ressoou a voz dos Bellarminos, dos Suárez, dos Cornélios a Lapide, e de tantos outros varões de doutrina ilibada, baluartes da ortodoxia, nesta triste época pós-conciliar se pôde ouvir um mestre do erro e da mentira como o Jesuíta José Maria Díez-Alegria, cujas escandalosas teses marxistas vão apresentadas no artigo da página 2.

A cúpula da Basílica Vaticana.

A Universidade Gregoriana. Monumento de Gregório XIII.