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(continuação)

Dar-se-á então o triunfo do Imaculado Coração de Maria, com uma Rússia finalmente convertida à fé católica e o estandarte da Imaculada tremulando no topo do Kremlin, segundo previu São Maximiliano Kolbe.

o mundo ocidental ex-cristão. Se no período que antecedeu a revolução russa o endemoniado Rasputin foi o grande enganador da Família Imperial dos Romanov, em cuja intimidade penetrou, Putin está sendo hoje erigido no mais recente e ousado "profeta" dos "erros da Rússia" no seio da sociedade ocidental.

Mas a profecia de Fátima é uma espada cravada no coração da Revolução anticristã. Ela aponta incessantemente os "erros da Rússia" como a tintura-mãe da "maior e mais perigosa heresia deste século" que está flagelando a humanidade infensa à penitência, segundo o apelo dos referidos Padres conciliares.

Neste Centenário da Mensagem de Fátima e da Revolução bolchevista essa advertência é mais atual do que nunca. Após um século de confronto, a metamorfose dos "erros da Rússia" — encarnada pelo regime de Putin e soprada por inúmeros "companheiros de viagem", inclusive na alta hierarquia da Igreja — emerge como manobra suprema tentando apresentar como "superada" e "desatualizada" a profecia de Nossa Senhora em Fátima. Em infernal sincronia, a Revolução Cultural no Ocidente se abate contra a família e as práticas religiosas católicas em meio a um lamaçal oceânico de blasfêmias e sacrilégios.

Quiçá esta seja uma agônica tentativa dos "erros da Rússia" contra o bastião do catolicismo autêntico. Pois tão despudorada ousadia do mal, que se ergue qual imensa serpente tentando galgar o trono de Deus e exterminar os fiéis, é de molde a que o Céu decrete o desfecho dessa "guerra dos profetas" iniciada um século atrás. Dar-se-á então o triunfo esplendoroso e definitivo do Imaculado Coração de Maria prometido por Nossa Senhora aos três pastorinhos em Portugal. Triunfo que será aclamado pelos católicos fiéis sobre as cinzas fumegantes dos erros do mundo revolucionário, com uma Rússia finalmente convertida à fé católica e o estandarte da Imaculada tremulando no topo do Kremlin, segundo previu São Maximiliano Kolbe. Soará então uma voz na Terra, proclamando: "Por fim, o Imaculado Coração de Maria triunfou!"

LEGENDAS:
- O Kremlin e a catedral de São Basílio, na Praça Vermelha, em Moscou.


VIDAS DE SANTOS

São Nicolau I, Papa e Confessor

Plinio Maria Solimeo

Defensor da indissolubilidade do matrimônio e um dos grandes Papas da Idade Média, sua influência foi decisiva no desenvolvimento do papado e na posição deste entre as nações da Europa Ocidental.

Nascido provavelmente no início do século VIII em Roma, os primeiros anos deste futuro Papa são desconhecidos. Sabe-se que pertencia a uma família ilustre, porquanto seu pai — o "Regionário" Teodoro — era detentor de boa fortuna e o filho recebeu esmerada educação.

"Já distinguido por sua piedade, benevolência, habilidade, conhecimento e eloquência, ele entrou muito cedo no serviço da Igreja".1 Assim, "notado pelo Papa Sérgio II (844-47), entrou para o patriarchium, quer dizer, ao serviço da Cúria, e foi feito subdiácono; diácono sob Leão IV (847-55), ele ganha a confiança do Papa; sob Bento III (855-858), tornou-se o indispensável conselheiro, e quem governa de fato. Não é, pois, de se estranhar que, à morte de Bento no dia 7 de abril de 858, Nicolau fosse o candidato mais credenciado para a Sé Apostólica".2

Nicolau foi eleito Papa no dia 24 de abril de 858, e consagrado e entronizado nesse mesmo dia em São Pedro na presença do Imperador Luís II. Três dias depois, acompanhado pela nobreza de Roma, ele foi visitar o Imperador em seu acampamento fora da cidade. Nessa ocasião Luís II conduziu pela rédea seu cavalo, mostrando assim a submissão do poder temporal ao espiritual.

A situação da Igreja e da Cristandade era então muito grave. "A Cristandade, na Europa Ocidental, estava na mais melancólica condição. O império de Carlos Magno tinha caído em pedaços, o território cristão estava ameaçado tanto ao norte quanto no oeste, e a Cristandade parecia no raiar da anarquia. A moralidade cristã era desprezada; muitos bispos eram mundanos e indignos de seu cargo. Havia perigo de um declínio universal da civilização. [Então] o Papa Nicolau surgiu como um consciencioso representante do Primado romano na Igreja. Ele estava imbuído da

(continua)



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