Catolicismo - Acervo
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CARTA DO DIRETOR

Como se tornou costumeiro, Catolicismo publica artigos do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira como matéria de capa em suas edições de Natal. Escolhemos para este ano um notável texto que ele escreveu para o jornal “O Legionário”, em dezembro de 1946.

Evocando a manjedoura do Divino Infante, o autor acentua como a partir de Belém a veneração a Jesus, Maria e José se dilataria no decurso dos séculos para o mundo inteiro, abrindo-se assim o ciclo da expansão ocidental do Cristianismo. Os benefícios da Redenção operada por Nosso Senhor Jesus Cristo se difundiriam sobre todos os povos. É a realização da promessa evangélica.

Nesse contexto, o inexcedível articulista indaga qual é o nosso papel: “Quem somos nós?”. E passa a responder: “Os que não dobram os dois joelhos, e nem sequer um só, diante de Baal. Os que temos a vossa Lei escrita no bronze de nossa alma, e não permitimos que as doutrinas deste século gravem seus erros sobre este bronze, que sagrado que vossa Redenção tornou. Os que amamos como o mais precioso dos tesouros a pureza imaculada da ortodoxia, e que recusamos qualquer pacto com a heresia, suas obras e infiltrações.”

Ele recorda a seguir, de modo comovente, outros aspectos que caracterizariam os fiéis que correspondessem às graças do Menino nascido em Belém. Por exemplo, as perseguições que sofreriam por sua oposição aos erros do neopaganismo e os méritos que adquiriram para a glória da Civilização.

A presente edição consagra ainda três outros artigos ao Santo Natal: um considera o modo de agir de São Nicolau junto às crianças nos dias natalinos e lamenta o paulatino esvaziamento de sua figura, substituída por um personagem “comercializado” — o “Papai Noel”; outro trata das origens e da história da “Missa do Galo” na noite de Natal; por fim, há uma matéria sobre panetones, pães, doces e bolos de Natal, como a “bûche de Noël” — os mais variados frutos de tradições próprias à Cristandade.

Desejamos aos diletos leitores e familiares de Catolicismo um bom aproveitamento dessas leituras e um Natal repleto de graças celestiais.

Em Jesus e Maria

Paulo Corrêa de Brito Filho


POR QUE NOSSA SENHORA CHORA?

500 anos da revolta de Lutero contra a Santa Igreja e a Cristandade

Oscar Vidal

A pseudo-reforma protestante, que tanto sangue fez verter e tantos cismas provocou, impulsionou a humanidade ao igualitarismo comunista e à anarquia

No dia 31 de outubro passado completou-se o V Centenário da Revolução Protestante, marco oficial da rebelião do heresiarca Martinho Lutero (1483-1546) contra Roma, quando o monge apóstata afixou suas 95 teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg, em Augsburg (Alemanha), no dia 31 de outubro de 1517.

Os erros das teses blasfemas — frutos do orgulho e da sensualidade desse fementido herege — começaram a ser difundidos pelo mundo, impulsionando outras rebeliões e dando origem, séculos depois, à Revolução Francesa (1789) e à Revolução Comunista (1917).

Expondo sobre o processo revolucionário em sua obra Revolução e Contra-Revolução (Parte I, Cap. 6, 1 A e B), Plinio Corrêa de Oliveira descreve as tendências desordenadas e as paixões desenfreadas como sendo a “força propulsora da Revolução”:

(continua)



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