REALIDADE CONCISAMENTE

Jornalista ameaçada por investigar os trolls russos

A jornalista finlandesa Jessikka Aro, ao tentar conhecer o mundo dos propagandistas do Kremlin nas redes sociais (o exército de trolls russos), acabou encontrando uma guerra invisível de táticas de assédio, manifestações de desalento, intimidações e calúnias. Os trolls criam perfis falsos, com seguidores igualmente falsos, para multiplicar sua guerra psicológica. É a velha estratégia dos serviços secretos da URSS, adaptada à era virtual por um verdadeiro exército sem rosto, que mente sem escrúpulos e age 24 horas por dia. Isso já existia no jornalismo, mas foi muito potencializado pela tecnologia. Jessikka percebeu que o trolling de Moscou mostra-se sem regra nem moral, e recebeu ameaças logo que sua presença foi identificada.

Hóstias intactas na igreja destruída por terremoto

Em 2016, a igreja de Santa Maria Assunta, em Arquata (Itália), desmoronou num terremoto. Um ano e meio depois, carabinieri (militares das forças armadas italianas) comunicaram ter resgatado o tabernáculo. Ao abri-lo, o Pe. Angelo Ciancotti defrontou-se com uma realidade que evocava o milagre eucarístico de 1730, em Siena: as 40 hóstias que havia no seu interior estavam perfeitamente conservadas, e "sentia-se ainda o odor de hóstias novas". O Pe. Angelo perguntou às freiras se tinham utilizado algum conservante, e elas responderam que usaram "apenas farinha e água". Para o sacerdote, "Jesus Cristo nos diz: Eu existo e estou convosco. Confiai em Mim". Ao examinar as sagradas espécies, o bispo diocesano comentou: "É como se Jesus Cristo tivesse sido engolido pelo terremoto e saído vivo dentre as ruínas".

Legenda: Foto das 40 hóstias perfeitamente conservadas

"Supercolônia" de pinguins contradiz o pânico ambientalista

Durante os últimos 40 anos, a propaganda comuno-ambientalista vem anunciando o declínio do número total dos pinguins-de-Adélia. No entanto, cientistas da Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI) acharam na Península Antártica uma "supercolônia" com mais de 1,5 milhão de exemplares desses pinguins. Usaram drones para a contagem, e concluíram que eles "não parecem ter sofrido redução alguma em razão das mudanças climáticas". A descoberta patenteou a superficialidade com que o alarmismo ambientalista procura incriminar a ação humana e a civilização.

Arte moderna como instrumento de tortura

Alfonso Laurencic, criador das "checas" de Barcelona, (prisões onde eram torturados os anticomunistas na Guerra Civil Espanhola), punha nas celas obras de "arte moderna" para piorar as aflições dos presos. Laurencic reproduzia nas celas obras da Bauhaus, uma das maiores escolas de design, artes plásticas e arquitetura do modernismo. O chão era ondulado, para dificultar as caminhadas. Nas paredes, curvas copiavam obras abstratas e surrealistas de Kandinsky, Paul Klee e outros modernistas. O quadro mais brutal era "El perro andaluz", de Buñuel, mostrando como se corta o olho de uma mulher com uma navalha de barbeiro. Hoje esse design modela prédios públicos e privados, e há mostras dele em museus das "obras de arte" preferidas de Laurencic. Compreende-se assim que muitos se sintam hoje imersos num mundo de horrores.

Legenda: Cela psicotécnica com tijolos de canto para evitar que o preso pudesse caminhar dentro dela.

Obesidade, uma epidemia surpreendente na África

O progresso econômico na África subsaariana gerou uma "epidemia" desconhecida de seus habitantes: a obesidade, cujo índice vem subindo mais rapidamente que em qualquer outro lugar do mundo. Segundo a Universidade de Washington, oito dos 20 países com maior aumento da obesidade são africanos. Em Burkina Faso, cresceu quase 1.400% em 36 anos; em Gana, Togo, Etiópia e Benin, mais de 500%. A economia com propriedade privada, capital e livre iniciativa mudou tudo, e os médicos treinados para curar a malária, a tuberculose, febres tropicais e AIDS não sabem tratar da nova "epidemia". O problema, ligado à prosperidade, é contornável e menos grave que a miséria, as doenças endêmicas e a fome, mas dessa "doença" as esquerdas não falam. Alegam defender os pobres, mas o alvo de suas críticas é o mesmo sistema que erradica a pobreza até nas regiões mais miseráveis.

Laboratórios marxistas para produzir homens iguais

Ao avaliar uma técnica para produzir seres humanos inteiramente iguais, definidos pelo Partido Comunista, o Instituto de Neurociências de Xangai (China) clonou dois primatas. O experimento foi realizado com 127 óvulos de macacos-de-cauda-longa, que receberam os nomes repetitivos de Zhong Zhong e Hua Hua [foto ao lado], por serem geneticamente idênticos. Apesar do fracasso de 90% dessas tentativas, a utopia marxista da perfeita igualdade promove essas experiências, porque visa fazer da humanidade uma imensa massa de escravos. A "Teologia da Libertação" certamente comemorará esse achatamento universal como sendo o reino da Justiça...