Catolicismo - Acervo
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CARTAS DOS LEITORES

Não há diálogo possível com comunistas

Gostei muito da carta de apoio a nossos irmãos católicos perseguidos na China, dirigida ao Cardeal Joseph Zen. Como a carta recomendava, li também o documento de Plinio Corrêa de Oliveira, de resistência à Ostpolitik vaticana: “A política de distensão do Vaticano com os governos comunistas”. Fantástico! Pena que, apesar de publicado em 1974, eu ainda não tivesse conhecimento desse documento magistral. Uma grande comprovação de que a “política de mão estendida” com o comunismo só desfavorece a única Igreja verdadeira; e pode afundar uma nação, ainda que próspera, como aconteceu na Venezuela. Não podemos dialogar com comunistas. Para eles a palavra dada, os acordos, as promessas, os documentos, não valem nada, como mostra o artigo de Sérgio Brotero Lefèvre sobre a China no período de Mao Tsé-Tung. Além de ter subscrito a carta, vou distribuir em redes sociais este artigo, assim como a referida carta e o artigo de Luis Dufaur: “O drama dos católicos fiéis: ‘o Vaticano está vendendo a Igreja Católica na China’”. (P.P.G. — RJ)

Resistência ao lobo comunista

Muitos católicos, como eu, esperavam um documento como este em apoio ao Cardeal Zen, que esclarece e define a posição que devemos ter diante das ações da Hierarquia. A resistência ao lobo comunista, tanto ontem quanto hoje, deve ser franca, leal, mas corajosa e persistente. Uno-me às orações do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira pelos católicos chineses vítimas do comunismo; já aderi com minha assinatura, e estou incentivando pessoas amigas a fazerem o mesmo. Parabéns ao Instituto pela iniciativa! Que Nossa Senhora Imperatriz da China abençoe este apostolado! (Z.L.C. — SP)

Heroico exemplo do Cardeal Mindszenty

Deixo aqui meu abraço e meu agradecimento à revista pelos excelentes artigos sobre a implacável perseguição anticatólica na China. A Igreja verdadeira está sendo martirizada, e o Vaticano ainda colabora com o regime que persegue os fiéis de Jesus Cristo. Tempos difíceis estamos enfrentando. Os artigos deixam bem esclarecida a situação dolorosa em que vivem os católicos na China Continental, dominada pelo regime comunista, que se mantém graças aos favores do capitalismo ocidental com o seu generoso comércio. Rezo para que os católicos chineses se mantenham sempre firmes na resistência tanto ao comunismo quanto ao falso acordo almejado pelo clero esquerdista. É legítimo resistir também a tal clero, e é uma reparação a Deus pelo mau comportamento desse clero, que justamente deveria nos dar exemplo de resistência. Bom exemplo de resistência foi a atitude do Cardeal Mindszenty da Hungria, “crucificado pelo Kremlin e traído pelo Vaticano”. Este sim, um valente e grande representante do clero, fiel a seus votos de servir a Igreja até a morte se for necessário. (T.C.R — SC)

A Igreja não será vencida na China

O ditador chinês não deve conhecer a História Geral, que nos mostra o seguinte: não é possível combater a Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo com perseguições e proibições. Tenho fé absoluta de que a Igreja não será vencida na China comunista. Ao contrário, vai se expandir! Realmente lamentável o acordo entre o governo comunista chinês e o Vaticano. (M.H. — RJ)

Ovelhas presas do dragão comunista chinês

A Igreja de hoje passa por uma crise deveras pior do que aquela da época do arianismo, em que havia uma igreja verdadeira e outra ariana. Hoje é o progressismo que dita a partir do Vaticano, entre outras, uma política com o mundo, e não uma luta contra o mundo, como fez o Divino Mestre. E no mundo ― com o qual Nosso Senhor Jesus Cristo nunca transigiu ― o Vaticano II faz, desde João XXIII, a política ainda mais especial, mais cuidadosa, mais atenciosa e obsequiosa com o inimigo número um do Catolicismo... Isto é, o comunismo, aí incluído também o socialismo. Solidarizo-me com a carta que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira enviou ao corajoso Cardeal Zen, em sua continuidade ao “Manifesto de Resistência” escrito em 1974 pelo Prof. Plinio (e publicado pelas TFPs de então) contra a política de distensão do Vaticano com os governos comunistas. Meu apoio ao prelado chinês, que não entrega suas ovelhas ao lobo vermelho.

Pessoas de antigamente

Extraordinária a entrevista de Dr. Adolpho Lindenberg. Ela foi para mim, que vivo neste mundo agitado, um mergulho naquele passado aromático e suave. Gostaria realmente de ter uma “máquina do tempo”, e de vez em quando entrar naquele passado, conversar e passear com as pessoas de antigamente, como a tão digna mãe de Dr. Plinio, a Da. Lucilia. Somente com esta entrevista fiquei conhecendo alguns traços dela. Apenas sabia que a progenitora de Dr. Plinio era paulista, e que seu pai era de família pernambucana. A revista bem que poderia nos brindar com mais episódios da vida modelar dela. Isto nos ajudaria a apetecer pelos aspectos cerimoniosos da vida e expungir seus aspectos vulgares. (M.H.M. — SP)

Sinos da inocência e voz maravilhosa

Ao término da aula de análise sintática, veio-me a pergunta de um menino:

— Professora, a senhora é católica?

— Sim, sou. Por quê?

— Eu sempre quis ser católico, sempre quis fazer catequese e assistir à Missa. Mas meu pai não deixa.

E assim o aluno profundamente menino – pelo qual ouço passar uma voz natural, clara e cristalina, luminosa como a inocência – afirma que deseja ser católico. O menino profundamente menino começa a narrar de onde veio seu afã de se tornar católico:

— Já vi uma Missa. Mas os sinos!... Ouvi sinos naquela igreja do centro, a senhora sabe qual é? A partir daí, desejo ser católico.

Começa a dizer que o pai o obrigará a aceitar um convite [inaceitável] para ganhar muito dinheiro, etc. O aluno profundamente criança diz ainda que reza a única oração que sabe, a oração ao Santo Anjo. Enquanto ele fala, escrevo a Ave-Maria num papel. Termino, tiro meu escapulário do pescoço, e digo:

— Ouça: Tu precisas seguir o catolicismo. Enquanto és criança, é bom continuares a rezar a oração ao Santo Anjo. Reza mais esta, e confia em Jesus e Maria, cujas fotos terás agora.

Dou meu escapulário ao menino, e ele prontamente o põe ao pescoço e fica a olhar aquelas imagens, pois o meu escapulário de pano possui imagens nítidas e grandes.

— Obrigado, professora. Eu entendi.

Tive de sair, mas docemente repousei os olhos no menino, ao que ele correspondeu. Garanti que rezaria por ele. Depois, já fora da sala, percebi que devo voltar àquela sala, àquele menino profundamente menino, com o coração disposto a ser católico, ouvindo a voz límpida, a voz penetrante, sem visga ou sombra de mentira, a voz do Amado: a voz do Senhor! (I.M.L. — AM)


FRASES SELECIONADAS

“Se os homens não se emendarem, Nossa Senhora enviará ao mundo um castigo como não se viu igual.”
(Santa Jacinta de Fátima)

“O que podemos fazer para evitar o castigo anunciado em Fátima, na tênue medida em que ele é evitável? O que podemos fazer para obter a conversão dos homens, na fraca medida em que ela ainda possa ser obtida antes do castigo, dentro da economia comum da graça? O que podemos fazer para apressar a aurora bendita do Reino de Maria, e para nos ajudar a caminhar no meio das hecatombes que tão gravemente nos ameaçam? Nossa Senhora o indica: afervoramento na devoção a Ela, oração e penitência.”
(Plinio Corrêa de Oliveira)

“O Senhor castiga misericordiosamente os filhos que erram. Perseverai, pois, na sua disciplina. Se Deus vos poupa o castigo e a correção, temei que vos reserve para o suplício.”
(Bossuet)

“Não haverá iniquidade que não tenha o seu castigo apropriado.”
(Tomás de Kempis)

“O tempo que precede o castigo esperado é a pior parte desse castigo.”
(Sêneca)



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