Catolicismo n° 811, julho de 2018
Revista Catolicismo
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Dentro das Congregações Marianas, os mais duros, os mais rijos, os mais enérgicos aglutinavam-se em torno de Plinio Corrêa de Oliveira.
Deste cerne duro nasceria mais tarde o grupo do Legionário, o grupo de Catolicismo, e por fim a TFP.

(continuação)

que tomava o novo movimento litúrgico, absorvendo a A.C. em um ambiente, que já sabia demais a heresias e costumes contrários aos da Santa Igreja. Mais ainda, quando fiquei sabendo da campanha contra o culto das imagens, o que não passa de puro protestantismo. Felizmente a Encíclica de Pio XII de 29 de junho p. p., veio pôr termo a este triste movimento, e seu livro, como um bálsamo benfazejo, vem confortar as almas feridas pelo mesmo" (Legionário, 21/novembro/1943).

O Pe. Marcial Pequeno, Pároco de Santa Rita (MA), comenta:

"Li atentamente a defesa que se pode chamar de brilhante pelo conhecimento de causa e justeza de argumentação que a advoga: esse belo movimento de Apostolado que o Santo Padre Pio XI tão bem soube suscitar; ademais, vem levantar à avalanche de ideias confusas e errôneas que, parece, desejam reinar entre nós no que diz respeito ao programa, aliás nítido, da A.C.. Nosso Senhor faça grandemente conhecido E.D.A.C. para que, ajustados erros e exageros, o programa da Santa Sé seja entendido em seu verdadeiro sentido e possa produzir frutos no vastíssimo campo do Apostolado a que os leigos foram chamados, e onde, de par com não pouco mérito e muitos dissabores, fartas consolações lhes estarão reservadas" (Legionário, 4/julho/1943).

O Revmo. Cônego Rafael Arcanjo Coelho escreve de Mariana (MG):

"Li com prazer e entusiasmo suas destemidas páginas, escritas com tanto acerto nesta hora de confusão, que reclama de nós o maior sacrifício de opiniões próprias e a maior e a mais completa adesão ao espírito da Igreja" (Legionário, 12/setembro/1943).

Dom Otávio Chagas de Miranda, Bispo Diocesano de Pouso Alegre (MG):

"Já tive oportunidade de ler, com a atenção que merece, o seu livro E.D.A.C., escrito com muito amor à Igreja e indiscutível competência na matéria. [...] É um grito de alerta para premunir o clero e os fiéis contra falsas orientações e exageros prejudiciais à A.C., ainda tão incipiente entre nós".

Mons. Joaquim Manuel Gonçalves, Vigário Geral da Diocese de Rio Preto (SP):

"Tenho o seu precioso livro E.D.A.C., e dia a dia admiro mais o seu profundo estudo; o seu conhecimento de causa e as minúcias, não deixando escapar um escaninho, para que ninguém possa encontrar pretextos para dúvida, seja qual for o ponto em que considere o assunto" (Legionário, 17/outubro/1943).

Pe. Antônio Fernandes, S.J., líder do movimento católico no Brasil:

"O seu admirável livro E.D.A.C. chegou aqui somente há poucos dias, porém muito antes disto, por informações, fizera um pedido de 20 exemplares. Queira aceitar os mais calorosos parabéns pelo apostólico trabalho destinado a iluminar muitas inteligências, dissipar a confusão e salvar a A.C. no Brasil" (Legionário, 17/outubro/1943).

Dom Rodolfo das Mercês de Oliveira Pena, Bispo Diocesano de Valença (Bahia), em artigo com o expressivo título Inimici hominis domestici ejus:

"Sobre o excesso de liturgicismo falou o Exmo. Vigário Capitular do Arcebispado do Rio de Janeiro, atirando-lhe, em memorável circular a seu Clero, uma pá de cal; condenou-o prefaciando o livro de Plinio Corrêa de Oliveira, com a autoridade que tão bem encarna, de representante no Brasil de SS. o Papa, com a competência de homem de Deus e de Sacerdote de invulgar saber e rara piedade, o Sr. Núncio Apostólico" (Legionário, 28/novembro/1943).

O semanário católico "A Cruz", da Arquidiocese do Rio de Janeiro, publicou um artigo a respeito do livro, do qual transcrevemos alguns trechos:

"A perturbação é de tal ordem, que está sendo levada aos próprios arraiais que através dos séculos sempre se apresentaram como indenes à peste da indisciplina. A A.C., em boa hora instituída por Pio XI, ia sendo levada de roldão nessa barafunda de egoísmo, personalismo, divergências e mesquinhices regionais, envenenada pelos pontos de vista e deturpada por não poucas almas de precária formação cristã. Não é temerário afirmar que a A.C. chegou a ser atingida por uma crise grave. [...] O Sr. Plinio Corrêa de Oliveira revela-se aqui católico íntegro, disciplinado, a cavaleiro do espírito da Igreja, sobretudo do espírito que animou Pio XI; o católico que se sente dentro da confusão, mas que a domina; mais do que isso, que coordena e apazígua. Seu maior merecimento é este: colocar o cristão brasileiro nas pontas de um dilema: Ou você aceita as diretrizes da Igreja... ou você não as aceita, duvida, hesita, nega, objeta, e nesse caso dispa-se da glória do apostolado hierárquico, porque passará a ser apenas a ovelha tinhosa e trânsfuga" (Legionário, 5/dezembro/1943).

Dom Ático Eusébio da Rocha, Arcebispo de Curitiba (PR), enviou a Dr. Plinio um cartão com os seguintes dizeres:

"Ao Exmo. Sr. Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, Ático Eusébio da Rocha, Arcebispo de Curitiba, sinceramente agradece o exemplar da magnífica e oportuníssima obra E.D.A.C., cuja leitura bem esclarece os espíritos que não são escravos de lamentáveis preconceitos. Ex corde envia a bênção pedida" (Legionário, 12/dezembro/1943).

O "Jornal do Brasil" publicou em 3 de dezembro de 1943 a seguinte recensão sobre o livro:

"Aquele que prender um instante a atenção na ideia de Sua Santidade o Papa Pio XI, criando a A.C., não poderá deixar de reconhecer que a sua Igreja é, realmente, assistida pelo Espírito Santo: pois, num momento de confusão mental absoluta, em que o clero se apresenta em número reduzido diante da esmagadora tarefa que o mundo moderno lhe impõe, lembrar-se de distribuir aos leigos uma organização religiosa especial, só se pode atribuir a uma inspiração especial de Deus. Um mundo de incompreensões, de infiltrações, de ideias inferiores estava sendo inspirado aos incautos, formando um ambiente desagradável e estranho, grandemente prejudicial. O livro de Plinio Corrêa de Oliveira [...] vem no momento propício esclarecer cabalmente o assunto. É um livro de um estudioso e de um sincero" (Jornal do Brasil, 3/dezembro/1943).

Dom Florêncio, Bispo de Amargosa (Bahia):

"Meus calorosos parabéns por sua monumental obra. É uma grande contribuição para o desenvolvimento da A.C. nos seus justos fins, e um brado de alarme franco e caridoso contra as deturpações que se vão introduzindo nesse grande movimento de restauração do

(continua)



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