Dezembro de 1999
Ternura, admiração e súplica
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Ambientes, Costumes e Civilizações
Ternura, admiração e súplica
  • Plinio Corrêa de Oliveira    
A menina toca a sineta avisando a todos que as delícias da ceia de Natal estão prontas
O
s sentimentos de ternura, admiração e súplica estão ligados magnificamente, e formam o espírito do Natal alemão, expresso na ilustração. Ele lucra em ser considerado não só como o Natal histórico na Terra Santa, no dia em que Nosso Senhor nasceu, mas o Natal denso de tradições, como o alemão o festeja: a igrejinha, a paroquiazinha toda coberta de neve, com o relógio iluminado por dentro, que está indicando 10 para a meia-noite; os aldeões que estão vindo com os tamancões grandes, porque a neve está enchendo o caminho, e ainda cai aos flocos; a igreja está bem aquecidazinha dentro, todos entram depressa para poder tirar seus capotões e sentirem-se mais à vontade.

Ao longe estão as casinhas da aldeia, vêem-se subir as fumaças das chaminés. É a festa de Natal que já está preparada: a lareira acesa, as delícias no forno... As suculentas e substanciosas delícias da culinária alemã, eis o ambiente da comemoração de Natal, que se segue à festa litúrgica.
Partida para a Missa do Galo

Tudo isso constitui, dentro da inocência evocada pela neve, um quadro só, que completa os sentimentos da canção por excelência do Natal alemão: o “Stille Nacht”.

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Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP em 3 de janeiro de 1989. Sem revisão do autor.

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