Março de 2007
“Trabalho escravo” de chinesas fecha fábricas no Brasil
A Realidade Concisamente

Avisos outrora ridículos: indício de decadência intelectual


“Não banhe o nenê na lavadora”; “não seque o celular no microondas”; “não passe com o ferro o bilhete da loteria”. Estas são algumas absurdas advertências, mas que figuram em produtos comercializados no Ocidente [foto]. Elas foram objeto de um concurso de “avisos mais extravagantes”, realizado em Michigan (EUA). Contudo, se as empresas não as afixam, podem ser processadas e condenadas a multas de milhões de dólares.

Numa era em que prevalecesse o bom senso, tais advertências seriam alvo de chacotas. Entretanto, um estranho evanescimento explica o aparecimento de avisos óbvios como esses, sem despertar uma sadia e generalizada reação do senso comum.

 

“Trabalho escravo” de chinesas fecha fábricas no Brasil

Operárias chinesas são obrigadas a trabalhar 94 horas semanais para fabricar bonecas, depois exportadas a preços muito baixos. As condições inumanas do trabalho na China comunista foram denunciadas pelo China Labor Watch and National Labor Committee (EUA). A concorrência imoral chinesa provoca o fechamento de fábricas em países como o Brasil. A China visa a hegemonia marxista mundial por todos os meios. Entende-se, então, por que as esquerdas nacionais não só não protestam contra essa concorrência desleal, mas até favorecem a China mediante acordos e negócios prejudiciais para o País.

 

“Relógio do Juízo Final” mais perto do “apocalipse”

O simbólico “relógio do juízo final” montado pelo de Chicago, foi avançado em dois minutos para apontar que o mundo está mais perto de um apocalipse nuclear. Ele agora marca 23h55m, sendo que às 24h indicaria uma catástrofe universal. Para os cientistas, o mundo vive o devido às provocações do Irã e da Coréia do Norte; à insegurança dos materiais atômicos russos e aos 2.000 mísseis nucleares da Rússia e dos EUA prontos para serem disparados a qualquer momento.

 

 

Grã-Bretanha: caça da raposa volta com mais força


O socialismo inglês interditou a secular caça da raposa, mas à custa de tantas ambigüidades e exceções legais que, dois anos após a proibição, retorna a aristocrática prática com muito mais vigor e entusiasmo. No Boxing Day, início da estação de caça, participaram mais de 300.000 pessoas [foto]. Foi um recorde. Pela nova lei, os cachorros não podem atacar a raposa. Os caçadores, para obviar essa dificuldade, usam águias ou falcões. Mas se a ave falha e a raposa acaba nos dentes dos cães, a lei é omissa nesse ponto. Só foi flagrado um ato ilegal. Pelo visto, os partidários ingleses da tradição sabem ser jeitosos...

 

Em Massachusetts: plebiscito contra “casamento” homossexual


Massachusetts é o único estado dos EUA onde o “casamento” homossexual foi legalizado. Entretanto, mais de 170.000 pessoas assinaram pedido de plebiscito para que Constituição estadual só reconheça o casamento entre homem e mulher. O abaixo-assinado foi conferido e aprovado, mas os deputados recusavam-se a convocá-lo. Por fim, o Supremo Tribunal estadual lhes fez ver que estavam desrespeitando a Constituição. Os parlamentares, a contragosto, marcaram o plebiscito. Este, segundo as sondagens, deve interditar o pseudo-casamento entre sodomitas. Firmes e articulados, os conservadores vencem em Massachusetts as arbitrárias e injustas oposições dos adversários.

 

Muçulmanos reclamam metade da Espanha

Catedral de Córdoba

Os Emirados Árabes, Kuwait e confrarias islâmicas do Marrocos e Egito financiam vasto plano para transformar a cidade de Córdoba (Espanha) num centro de peregrinação muçulmano. O plano inclui a construção de enormes mesquitas. Os maometanos dizem pertencer-lhes a metade da Espanha, que denominam Al-Andalus. Desde já, os infiéis exigem praticar seu falso culto na catedral de Córdoba, primeiro passo para dela se apossarem e a transformarem em mesquita. D. Ricardo Blazquez, presidente da Conferência Episcopal, temendo as reações populares católicas, recusou essa impudente exigência. Só a firmeza e o heroísmo dos católicos pode pôr fim às insolências do Islã.

 

“Pacifistas” recusam-se a ver os presos anticastristas

Uma onda de protestos pseudo-pacifistas-humanitários quer fechar a prisão americana de Guantánamo (Cuba), reservada para terroristas. Na liderança dessa agitação figura a norte-americana Cindy Sheehan, apelidada “mãe da paz”. O regime comunista favoreceu uma manifestação que ela promoveu diante da referida prisão. Na ocasião, o grupo de mulheres de presos políticos cubanos denominadas Damas de Blanco convidou-a para examinar os cárceres castristas, em especial a prisão provincial de Guantánamo, a fim de conhecer a desumana situação de anticomunistas presos por Fidel Castro. A pacifista encerrou então sua manifestação para não prejudicar o regime comunista de Castro.-PrP

 

ETA aceita 'diálogo' com socialistas e pratica atentados

Brutal atentado do grupo anarco-terrorista ETA danificou o aeroporto internacional de Madrid [foto]. Antes da eleição do líder socialista Zapatero, a ETA era combatida pelo governo espanhol e estava reduzida à mínima expressão. Zapatero iniciou um “diálogo” com os terroristas. Resultado: o bando anarquista reorganizou-se e voltou a atacar. Agora o governo socialista cambaleia diante da indignação da opinião pública espanhola. Face ao terrorismo e ao crime organizado, não cabem pacifismo nem quimérico diálogo, mas somente determinação para derrotá-los.



Breves Religiosas

Noviças querem véu e hábito tradicional

Nos EUA as vocações religiosas femininas crescem, a ponto de alguns conventos serem ampliados para acolhê-las. As noviças exigem o véu e os hábitos tradicionais, que a revolução progressista pôs em desuso, segundo noticiou a revista “Time”. “Muitas de minhas irmãs mais velhas nunca usariam o véu, mas agora a tendência das mais jovens é usá-lo”, explicou a religiosa Sarah Roy, de 29 anos. A vida religiosa contradiz a cultura moderna, mas isso atrai as vocações, dizem analistas. “Castidade, obediência e pobreza soam como afirmação radical desejável”, observou o Irmão Paul Bednarczyk, diretor da Conferência Nacional das Vocações Religiosas (vide a seção “Discernindo” desta edição ).

 

Soldados no Iraque pedem mais terços

Os voluntários que fazem terços do tipo Ranger [foto] para os militares americanos no Iraque não dão conta dos pedidos dos capelães na frente de combate, informou "The Catholic Review". Alunas e voluntários da escola católica Santa Maria de Maryland (EUA) já fizeram 70.000 desses terços. Eles são os preferidos, porque adaptam-se bem à dura vida dos combatentes. Também chegam pedidos do Afeganistão e dos navios de guerra. O terço sempre é uma das armas mais poderosas contra hereges e infiéis, quando rezado por almas fiéis e confiantes.