Julho de 2007
Venenos chineses em alimentos, remédios e creme dental
A Realidade Concisamente

Venenos chineses em alimentos, remédios e creme dental

Pelo menos 365 pessoas, sobretudo crianças, morreram em oito envenenamentos coletivos no Panamá, por causa de um produto tóxico de origem chinesa. Exportado a “preço de banana” e com rótulo falsificado na fábrica, ele foi misturado em remédios produzidos no Ocidente. No Panamá, o governo distribui 260.000 vidros de antigripal mortífero. Também houve intoxicações em massa na Argentina, Índia, Nigéria, Haiti e Bangladesh. A fonte do produto venenoso foi a Taixing Glycerine Factory, “fábrica modelo” chinesa, informou “The New York Times”. Nos EUA foi detectado veneno em alimentos, rações para animais e dentifrícios importados da China. A contrafação de produtos da China é escandalosa, mas a notícia de remédios e alimentos venenosos é mais recente, apresentando maior gravidade, pois é de caráter criminoso.

Milhão e meio de italianos dizem não ao “casamento” homossexual


Um milhão e meio de italianos protestaram em Roma diante da Basílica de São João de Latrão contra o projeto socialista de “casamento” homossexual, disfarçado de contrato civil, mais conhecido pela sigla DICO. Grupos homossexuais, esquerdistas, verdes e pró-direitos humanos fizeram sua contra-manifestação na Piazza Navona, também em Roma. Só compareceram a ela 15.000 pessoas, segundo os organizadores, o que constitui histórica derrota moral. Na Itália, foi-se o tempo em que os católicos não ousavam sair às praças para defender sua fé e ficavam entocados com em catacumbas nas suas casas, observou a agência “Corrispondenza Romana”.

Príncipe Harry não teme ir combater no Iraque

O príncipe real inglês Harry não irá combater no Iraque, por decisão do Estado-Maior do Exército. O general Richard Dannat alegou que seria perigoso demais. Quem não tinha medo do perigo era o príncipe, que ficou “extremamente desapontado por não poder ir lutar no Iraque” ao lado de seus soldados. Os nobres, desde sempre, pagam um “imposto de sangue” arriscando a vida nas primeiras fileiras do combate. Numerosos príncipes reais, ou de grandes linhagens nobres, deram a vida nos campos de batalha por seus países. Por isso suas memórias são cultuadas com veneração até hoje.

Visita da rainha Elisabeth II comove os EUA


A soberana inglesa visitou os EUA rodeada de calorosas manifestações de simpatia dos cidadãos da maior potência mundial. Na cerimônia de recepção na Casa Branca, depois de cometer uma gafe, o presidente George W. Bush voltou-se para a rainha e acabou saindo-se animadamente do episódio, pois “ela me lançou um olhar de mãe para filho”, como confidenciou depois. Ocorre que, nos regimes de governo tradicionais como a monarquia britânica, o espírito familiar modela o relacionamento e torna-o mais fácil e ameno — o contrário do tratamento dos regimes impessoais, igualitários e revolucionários.

Aquecimento global: pretexto para redução da humanidade

Ecologistas radicais, estimulados pelo falso mito do aquecimento global, postulam drástica redução da população mundial. O ecologista Paul Watson, presidente do Sea Shepherd Conservation Society, qualificou os homens de “vírus”, de “AIDS da terra”. Pediu também que as famílias numerosas sejam indiciadas por “eco-crime”. Para ele, a população mundial deve baixar a menos de 1 bilhão, com pessoas vivendo num estado primitivo em comunidades menores de “20.000 pessoas separadas por áreas selvagens”. Algo muito parecido às utópicas tribos idealizadas pelo progressismo tribalista, que há anos subverte o Brasil. Contribuiria também para diminuir a humanidade a recente proposta de Frei Betto, de liberalizar o aborto.

Relatório do IPCC é contraditório e carece de provas


O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) publicou afinal seu relatório. Cientistas verificaram que o IPCC espalhou muitos exageros, imposturas e contradições. Com base nesse relatório, certa mídia, ecologistas exaltados e “inocentes-úteis” exigem privações incompatíveis com o progresso e a civilização. O pretexto é evitar conseqüências apocalípticas — até agora não comprovadas seriamente — do aquecimento global. No documento oficial do IPCC, a comunidade científica constatou falta de provas, de números indiscutíveis, de informações e pesquisas atualizadas; e abundância de dados conflitantes. O IPCC não é um órgão científico, mas sim político, que alberga militantes esquerdistas à procura de nova bandeira para destruir a civilização ocidental.

Ataque cibernético russo paralisa Estônia e mobiliza NATO

A Rússia desfechou massivo ciberataque contra a Estônia. Foi uma represália contra a pequena nação báltica, porque nela foi desmontado o monumento ao soldado soviético, símbolo da invasão e opressão russo-soviética. A onda de ataques via Internet durou 20 dias e congelou os servidores do governo, partidos políticos, jornais, bancos e empresas. O ciberataque de um país contra outro era uma possibilidade avaliada como pesadelo, agora se tornou realidade. A NATO enviou seus melhores especialistas em ciberterrorismo para ajudar os estonianos. A Estônia diz que a maioria dos ataques veio de computadores do Kremlin. Alguns dos programas invasores traziam propaganda russa.

Esquerda perde na Espanha em “clima de guerra civil”

A direita venceu as últimas eleições municipais na Espanha. A vitória prenuncia o resultado das próximas eleições nacionais. A polarização do país atingiu um paroxismo, excitada em boa parte pelas brutais medidas antifamiliares e anticristãs do governo socialista. Políticos falam que a Espanha vive “um clima de guerra civil, que tivemos há 70 anos”, e que o líder socialista “Zapatero busca a lembrança sectária da Guerra Civil”. É só na Espanha que as esquerdas estão atiçando atritos civis que podem vir a ter grandes proporções? Líderes populistas como o coronel Hugo Chávez ou o presidente Evo Morales não estão tentando empurrar a América do Sul numa deplorável senda análoga?


Breves Religiosas

Mártires do comunismo na Coréia rumo aos altares

A agência vaticana “AsiaNews” noticiou o próximo início do processo de beatificação de 36 monges beneditinos martirizados em cárceres e campos de trabalho forçado do regime comunista na Coréia do Norte. Eles preferiram morrer a renunciar à fé católica, entre 1949 e 1952. No cativeiro, eles administravam os sacramentos, pregavam e mantinham alta a esperança dos demais prisioneiros. O grupo de mártires foi liderado pelo Bispo-Abade Bonifácio Sauer e pelo Pe. Benedito Kim. Até o presente, a perseguição comunista norte-coreana vitimou por volta de 300 mil cristãos. O comunismo julga que ganha, massacrando os católicos. Entretanto, os mártires triunfam no Céu, de onde intercedem ativamente para o triunfo da Igreja e da Civilização Cristã.

Escravidão a Nossa Senhora, segundo São Luís Grignion

O Tratado da verdadeira devoção a Nossa Senhora, em que São Luís Maria Grignion de Montfort, admirável missionário francês do século XVIII, ensina a escravidão voluntária à Santíssima Virgem, foi calorosamente recomendado aos sacerdotes pelo Cardeal Ivan Dias, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, em Dublin, Irlanda. O purpurado mostrou que a "escravidão de amor" não degrada, mas enobrece. Referindo-se à Medalha Milagrosa, acrescentou que Nossa Senhora "espezinhou o demônio não somente porque é a Mãe de Deus, mas por causa da sua humildade, que é o golpe com o qual calcou aos pés o obstinado orgulho de Lúcifer". Essa "escravidão de amor" torna o escravo de Nossa Senhora um instrumento que desconcerta o inferno e o esmaga pelo poder da Virgem.