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A Realidade Concisamente

Política internacional francesa: estranha esquerdização

Torre Eiffel, França
A Torre Eiffel, que domina o panorama de Paris, ficou iluminada com luz vermelha durante três dias. A extravagante iluminação foi ordenada pelo governo francês para celebrar a visita do presidente marxista chinês Hu Jintao - chefe da maior ditadura anticristã do planeta. A famosa torre ficou simbolicamente vermelha, com a cor do comunismo; mas poderia representar também o sangue de dezenas de milhões de vítimas do comunismo chinês.

Órgãos de imprensa e jornalistas franceses insuspeitos ponderam que o presidente Chirac está se inclinando imprudentemente cada vez mais para a esquerda, quando o eleitorado que o escolheu pende cada vez mais para a direita. O primeiro secretário do Partido Socialista francês, François Hollande, já vinha observando: "a direita e Jacques Chirac [...] têm uma capacidade inaudita, por vezes insuspeitada, de nos facilitar a tarefa". Assim, o socialismo francês, sem forças para ganhar uma eleição por si mesmo, comemora a orientação do atual governo, sobretudo no tocante à sua política internacional.

Maioria dos brasileiros rejeita imoralidade carnavalesca

Quem julgasse o Brasil em função da TV, do rádio e dos jornais, diria que o País dá apoio incondicional ao carnaval. E, o que é pior, que delira com seus aspectos mais imorais, postos em relevo pela mídia. Felizmente, a realidade é bem diversa. Pesquisa encomendada pela "Confederação Nacional do Transporte" (CNT), realizada pelo Instituto Sensus, mostrou que 57,4% dos brasileiros não querem nem ouvir falar do carnaval. A enquête consultou 2 mil pessoas em 195 municípios, no mês de fevereiro.

Os carnavalescos ficaram surpresos com o índice de reprovação. O professor de cultura popular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Alberto Ikeda, comentou: "Atribuo esse índice baixo à questão da moral. Como o carnaval expõe o nu, é combatido por grupos religiosos mais conservadores, que cresceram muito nos últimos 20 anos". Omitiu ele de mencionar o efeito contraproducente na opinião pública das ofensas à religião, quando não a blasfêmia, ocorridas durante os dias de carnaval.

Estes resultados patenteiam mais uma vez a grande distância existente entre o Brasil profundo e a distorcida imagem do País difundida por certa propaganda.

Despenalização do consumo de droga: vitória do narcotráfico

Drogas apreendidas pela polícia
Relatório da ONU atribuiu ao narcotráfico a culpa de grande parte dos 30.000 homicídios anuais que ocorrem no Brasil. Para cada assassinato, outras 20 a 40 pessoas são feridas e hospitalizadas - entre 600.000 e 1.200.000, dependendo do critério adotado. Ao lado destas cifras, a guerra do Iraque parece insignificante.

Além do mais, o narcotráfico controla cerca de 20.000 entregadores de droga, em sua maioria crianças e adolescentes entre 10 e 16 anos. Estes ficam numa dependência absoluta dos narcotraficantes que, por qualquer infidelidade, lhes tiram a vida. Nos últimos 10 anos, o consumo de maconha subiu 325%, e o de cocaína 700%. O narcotráfico é mais sinistramente rentável que qualquer outra atividade econômica, legal ou ilegal.

Apesar disso, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou projeto que acaba com a prisão para usuários e dependentes de drogas. O coronel da PM Alberto Fraga observou que tal projeto bloqueia o combate ao narcotráfico. "Muitas vezes a investigação chega ao traficante pressionando o usuário, que fica com medo e entrega. Agora, acabou. O governo apagou incêndio com gasolina", explicou Fraga.

Sintomaticamente, a esquerda católica, que diz ser defensora de toda espécie de vítimas e fracos, parece não se sensibilizar com esta avalanche de horrores e com o favorecimento do crime organizado.

Comercializadas as cabeleiras de prisioneiras russas

A moda exige concessões pessoais, por vezes pavorosas. Por exemplo, o diário "The Times", de Londres, denunciou que os cabelos usados para o "megahair" (extensões de cabelo) vêm das prisões da Rússia. Lá, as condenadas têm a cabeça raspada ilegalmente. Também os cabelos são tirados de crianças e deficientes mentais.

"Se você entra num centro de detenção com longos e belos cabelos, há pouca chance de sair com eles intactos", confirmou Lyudmila Alper, vice-diretora do Centro para a Reforma das Prisões, de Moscou.

Victoria Beckham, figura do jet-set ocidental, declarou cinicamente ao jornal inglês "The Sunday Times": "Minhas extensões vêm de prisioneiras russas, por isso levo o Pavilhão H [de uma prisão] russo na cabeça".

Para estar na moda, muitas pessoas tornam-se insensíveis aos sentimentos humanos mais fundamentais.

Vírus da AIDS, flagelo de países da ex-União Soviética

Na Rússia, aldeias são abandonadas, devido à diminuição da população, sendo uma das causas disso a impressionante difusão da AIDS
A população russa, que vinha diminuindo de um milhão de pessoas por ano, acelerará o seu minguamento por causa da impressionante difusão da AIDS. A conclusão é do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Análoga ameaça paira sobre os países do Leste Europeu, que estão à beira de uma "epidemia generalizada". A Rússia é seguida de perto pela Letônia, Ucrânia e Estônia. Em conseqüência, o próprio progresso econômico está ameaçado por falta de braços.

Segundo a ONUSida, organismo para combate à terrível epidemia, nos países da ex-URSS já há 1,8 milhão de soropositivos. Somente superam tal cifra as regiões africanas e do Caribe mais atingidas por essa moléstia, ligada ao vício da impureza. Segundo o Banco Mundial, numa visão otimista, no ano 2020 haverá na Rússia 5,4 milhões de soropositivos. E, numa visão pessimista, os infectados serão 14,5 milhões.

Na ex-URSS caíram governos e desapareceram algumas figuras políticas. Entretanto, a difusão espantosa de um epidemia intimamente associada ao vício da impureza indica que a amoralidade dos 70 anos de regime comunista produz, de modo crescente, seus trágicos frutos.

BREVES RELIGIOSAS

Igreja cismática russa: criatura soviética

Costuma-se apresentar a Igreja ortodoxa russa (cismática), chefiada pelo patriarca de Moscou AlexisII, como representativa incontestável de milhões de russos cristãos ortodoxos. Contudo, segundo Wladimir Bukovski - famoso por sua dissidência na era soviética - a atual Igreja ortodoxa russa é uma criação da tirania stalinista:

"Em 1941 Stalin refez a Igreja ortodoxa à sua imagem e semelhança, [...] o clero era composto quase exclusivamente por agentes da KGB. [...] Eu me pergunto: podemos aceitar estes personagens como líderes espirituais? [...] Por isso, a autoridade moral da Igreja Ortodoxa russa é muito baixa. Ela é pouco mais do que uma extensão do poder temporal do Kremlin".

São LuísIX: modelo ideal de governante

Moedas de ouro com a efígie de São Luís, Rei da França
São Luís IX, Rei da França, viveu no século XIII e alcançou tal prestígio, que até hoje se encontram com facilidade moedas de ouro cunhadas com sua efígie. O povo as respeitava e guardava como se fossem medalhas religiosas, quase como relíquias! Por isso permaneceram. Seu reinado, contudo, teve lugar há 700 anos!

Procure o leitor se algum governante, na época moderna, inspira análoga confiança e veneração... Lição a ser tirada do fato: para governar realmente bem, é necessária a posse de virtudes autênticas, somente possível mediante a prática séria e até heróica da única Religião verdadeira, a católica, apostólica, romana.

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