Janeiro de 2017
Carta do Diretor
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Carta do Diretor

Caro leitor,

Nossa edição de janeiro apresenta como matéria de capa um balanço sintético de importantes acontecimentos transcorridos em 2016, ano em que tanto o mundo quanto a Igreja Católica viveram em meio a psy-incêndios.

Uma das regiões onde o incêndio mais se agravou foi a Europa, cujos países se tornaram alvo de uma invasão muçulmana que ameaça os valores cristãos daquela civilização edificada sob o influxo benéfico da Igreja Católica. Sinistros acontecimentos que vêm ocorrendo em proeminentes nações parecem confirmar a suposição de que se deseja fazer desaparecer os últimos vestígios de Cristianismo vigentes no Velho Continente.

Entretanto, em sentido contrário, fatos ocorridos lá e em outros continentes parecem indicar uma reação da opinião pública à tendência revolucionária de implantar uma situação extrema de caos.

Nessa linha de pensamento, pode-se conjecturar que o “Brexit” foi uma reação sadia do povo britânico contra as injunções centralizadoras e antinaturais dos mentores da União Europeia. E já se fala de movimentos análogos em outras nações.

A vitória de Trump no recente pleito presidencial nos EUA desmentiu a quase totalidade das previsões de institutos de pesquisa e de analistas políticos. Esse triunfo revelou um sintoma de mal-estar e desconfiança de um eleitorado profundo, que estava insatisfeito e marginalizado.

Outro sintoma que merece menção foi a vitória do “NÃO” no referendo sobre o “Acordo de Paz” com os narcoguerrilheiros das FARC na Colômbia, apesar da forte pressão midiática internacional a favor do “SIM”.

No plano espiritual, o ano foi marcado pelo “Jubileu da Misericórdia”, bem como por atitudes do Papa Francisco que causaram perplexidade e confusão entre os fiéis. Um exemplo de confusão foi sua viagem a Lund, na Suécia, para assistir à comemoração do 500º aniversário da revolta do heresiarca Lutero. E também seu discurso no encerramento do “III Encontro Mundial dos Movimentos Populares”, que reuniu em Roma duas centenas de agitadores esquerdistas de 60 países.

Ademais, merecem menção a lista que 45 teólogos e filósofos católicos enviaram ao Pontífice sobre algumas teses não claras contidas na sua Exortação Apostólica Amoris laetitia, bem como o bem fundamentado apelo que quatro cardeais lhe remeteram no mesmo sentido.

Os terremotos ocorridos no final do ano no centro da Itália, causando mais de 300 mortos e arrasando santuários históricos, chegaram a ser considerados como castigos divinos.

A matéria conclui com a reprodução de criteriosa ponderação do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em nossa edição de maio de 1957. Após lembrar as predições de Nossa Senhora sobre os castigos divinos que serão infligidos à humanidade pecadora, caso esta não se converta e faça penitência, o insigne líder católico recomenda: “Trabalhemos e caminhemos serenamente para o futuro. Aconteça o que acontecer, seremos aqueles sobre os quais pousará a mão protetora da Rainha do Céu.”

Aproveito a ocasião para renovar meus sinceros votos de que a Providência divina cumule com graças especiais nossos diletos leitores e suas famílias neste Ano Novo.

Em Jesus e Maria,

Paulo Corrêa de Brito Filho

Diretor

 

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