Janeiro de 2017
In Memoriam
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In Memoriam

IN MEMORIAM

 

Faleceu no dia 26 de novembro de 2016, em São Paulo, Sérgio Antonio Brotero Lefèvre, cidade onde nasceu em 11 de dezembro de 1931 e fez seus estudos — inicialmente no Colégio São Luís, dos padres jesuítas, e depois na tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco. No início da década de 40, o sacerdote jesuíta Pe. Walter Mariaux, transferido de Roma onde exercia o cargo de Secretário mundial das Congregações Marianas, fixou-se no Colégio São Luís onde fundou uma Congregação Mariana que se tornou modelo para as demais. Dr. Sérgio a ela pertencia, entre outros congregados de escol.

Em 1949, Pe. Mariaux recebeu ordem de retornar para a Europa e confiou seus melhores congregados marianos à orientação do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que se dedicou a dar-lhes esmerada formação. Em 1951, fundado o mensário Catolicismo, o Grupo do Plinio, como era denominado na época, passou a colaborar na redação, administração e difusão dessa publicação. Nesse período Dr. Sérgio realizou várias viagens ao Nordeste brasileiro, bem como a outros países da América Latina, chegando a visitar México e Cuba. Como resultado da visita a Cuba, publicou em Catolicismo, em 1959, dois artigos de suma importância denunciando a orientação comunista iniciada pelos guerrilheiros comandados por Fidel Castro na ilha.

Em julho de 1960, fundada a Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição Família e Propriedade, Dr. Sérgio passou a fazer parte do Conselho Nacional da entidade, ocupando em certo período o cargo de secretário. Por ocasião da primeira fase do Concílio Vaticano II (1962), fez parte da delegação que auxiliou o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em sua atuação em Roma.

Em 1967, Dr. Sérgio, lamentavelmente se afastou da TFP e passou a residir no Rio de Janeiro. Mais tarde, arrependido, voltou a São Paulo e, recebido pelo Prof. Plinio como o Pai do filho pródigo do Evangelho, passou a levar uma vida de penitência e oração que se prolongou até seu falecimento.

A partir de 2008, fez parte do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Acometido de enfermidade incurável, veio a falecer após receber os últimos sacramentos, tendo sido seu corpo velado na sede do Instituto. O sepultamento ocorreu na festa de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, no Cemitério da Consolação, da cidade de São Paulo, onde aguarda o dia de Ressureição dos mortos.

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Faleceu no dia 3 de dezembro último em Campo Grande (MT), aos 68 anos, Paulo Seiji Okabe, abnegado cooperador durante várias décadas da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), e posteriormente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Também foi um incansável propagandista da revista Catolicismo. Conheceu a TFP em 1963, na jovem idade de 15 anos, e aderiu desde então de corpo e alma a seus ideais — que comparava ao tesouro precioso de que falam as Escrituras, para cuja conservação se deve renunciar a tudo —, tendo permanecido fiel a eles até seu último hausto. Serviu a Contra-Revolução em diversas frentes, tanto na capital quanto no interior de São Paulo, bem como no Rio de Janeiro, na Bahia, em Pernambuco e Minas Gerais, sempre edificando a todos por seu entusiasmo, bom espírito e dedicação. Filho de imigrantes japoneses, Nossa Senhora o colheu de passagem pelo Mato Grosso na madrugada de sábado, no dia da festa do grande São Francisco Xavier, Apóstolo do Japão. Seu corpo foi trasladado para São Paulo, e após receber a bênção da Santa Igreja e os benefícios infinitos do Santo Sacrifício da Missa, repousa com seus irmãos de ideal no jazigo reservado a eles no Cemitério da Consolação da capital paulista.

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