Fevereiro de 2005
Uma advertência ao mundo
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Excertos

Uma advertência ao mundo

O tsunami, arrasando regiões litorâneas do Oceano Índico, poderia bem ser um aviso ao mundo inteiro. Lembremo-nos de que a Santíssima Virgem, em Fátima, anunciou terríveis castigos se a humanidade não se convertesse.

                                        §    Plinio Corrêa de Oliveira

Em vista do trágico maremoto que abalou o sudeste asiático, e psicologicamente o mundo inteiro, muitos se perguntaram se tal catástrofe foi ou não um castigo de Deus. E, se o foi, por que Ele flagelou aqueles lugares remotos, e não o mundo ocidental que, sob muitos aspectos, merece castigos ainda mais severos? Devido ao pecado de apostasia da verdadeira fé e ao neopaganismo, o ultraje a Deus praticado nos países do Ocidente ex-cristão pode ser bem maior, atolados como estão em espantosa degradação moral. Para mencionar apenas um exemplo: a extensão com que se pratica o crime do aborto — ou seja, o assassinato, nessas nações, de milhões de seres humanos inocentes e indefesos.

Devastação após o recente tsunami
A Divina Providência já terá marcado ano, dia e hora para lançar os flagelos anunciados em Fátima e ainda suspensos sobre a humanidade pecadora? Quanto mais Deus tardar em punir, mais severo será em castigar.

Em conferência pronunciada no dia 3-4-1970, da qual extraímos o trecho abaixo, Plinio Corrêa de Oliveira discorre sobre essa questão.

*     *     *

“É um fato que a História registra: as grandes catástrofes dos povos são castigos. Isto é um princípio certo da Teologia da História. Quando um povo sofre uma grande catástrofe, isto é um castigo.

Dilúvio: castigo divino
Ora, a História nos indica que as grandes catástrofes levam muito tempo suspensas sobre os castigados. Esta é a regra geral. Desde o dilúvio, passando pela queda de Jerusalém, pela queda do Império Romano do Ocidente, do Império do Oriente, pelas devastações causadas pelo protestantismo, Revolução Francesa, revolução comunista, etc., são sempre tempestades que ficam longamente suspensas sobre um povo, sem que se entenda por que não arrebenta; mas, por fim, acaba arrebentando.

Mais ainda. Em geral, quanto maior é o tempo desse suspense, tanto maior é o castigo. De maneira que desta demora não se deduz que ela não virá, deduz-se o contrário: que ela virá terrível. Isto é a regra geral da História. Simples, fácil de entender”.

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