Fevereiro de 2005
Catolicismo:noticiário com personalidade
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Correspondência

É um governo sério?

 Concordo com a preocupação de vocês quanto aos fatos acontecidos no ano passado no Brasil e no mundo. Despertou muito nossa atenção a reação nos Estados Unidos, o comportamento dos americanos parece muito edificante para nós. Acima de tudo nos pareceu mais inquietante o que se passou no Brasil com este governo que está aí. Será que tudo o que ele jogou em 2004 vai querer colher na marra em 2005? Ainda bem que ele colheu pouco nesses primeiros anos de governo, mas a situação neste País está ficando ainda mais preocupante. Quando o próprio presidente da República, em vez de pacificar o MST, estimula a bandidagem, fica-se sem saber que direção as coisas vão tomar neste ano (como vocês disseram: “quem viver, verá”).  Estimular a bandidagem, foi o que Lula fez dizendo que o “MST é um movimento sério”!!! São sérios os “companheiros” que invadem, põem fogo nas propriedades, matam, mantêm cárcere privado, agem fora da lei? Já quando Lula colocou na cabeça o chapéu do MST (também o Frei Betto, como aparece na página 27), fiquei horrorizado e muito preocupado. A fala do presidente, que o MST era um movimento sério, eu comentei com o farmacêutico de nossa quadra, ele não acreditou e disse: “Só se o presidente estava bêbado”. Aí comentamos que, se as coisas vão por aí, daqui a pouco ele vai dizer que os guerrilheiros das FARC, na Colômbia constituem também um movimento sério.

(R.B.N.R. — CE)

Noticiário com personalidade

Parabéns pela publicação. Eu conheci a revista na casa de meu compadre, vizinho nosso, e senti muita proximidade com a aplicação que vocês fazem do noticiário. É uma aplicação com muita personalidade, que não se incomoda com a visualização liberal dinfundida pelo noticiário da TV (uma porcaria, é preciso dizer, e que só serve para aumentar a crise moral na juventude e na família). Não quero perder nenhum mês da revista, porque no final da leitura eu consigo fazer um julgamento geral das principais coisas que atingem nossa Pátria, a América e o mundo, em especial para as coisas da Igreja, e os católicos precisam de uma revista assim. Gostei muito dos esclarecimentos no tocante ao ano de 2004, e parabenizo pelo trabalho muito abrangente e também porque mostra a solução definitiva.

(D.G.X. — GO)

Lapso de nossa revisão

Magnífico o seu artigo sobre o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Santíssima. Li e reli para captar todos os detalhes. Apenas achei uma
palavra escrita incorretamente: pág. 24, subtítulo “O pecado original”, final da 3.ª linha: “fase” em vez de “face”.

(J.R.P.M. — SP)

Imaculada Conceição

Recebi a revista do mês de dezembro, por sinal excelente, mormente o artigo do Dr. Plinio sobre a Imaculada Conceição.

(J.A.F. — CE)

Fonte de pesquisa

            Sou estudante do curso de Ciências Sociais, e tenho notado o laicismo como as matérias são ensinadas nas salas de aula. [...] Além da boa formação familiar, gostaria também de ressaltar o papel que a leitura assídua de Catolicismo tem desempenhado como um sustentáculo da ortodoxia nos meus estudos universitários. Tratando de temas variados e de interesse geral, ela tem servido como fonte de pesquisa em diversos trabalhos. Outros estudantes, gostando de meus trabalhos, têm me pedido emprestado exemplares da revista para, também eles, fazerem seus trabalhos de faculdade.

            Quero encorajá-lo, bem como a todo o corpo editorial da revista, a continuarem nesta nobilíssima missão, pois a Catolicismo é uma publicação única e merecedora de todo nosso aplauso.

            Aproveito para desejar a todos os colaboradores da revista Catolicismo um ano novo pleno das graças da Santíssima Virgem Maria, da qual são tão devotos, e que a revista tenha uma grande expansão proporcionada à sua qualidade.

(M.A.C.S. — RJ)

Direito de propriedade

Faz um ano que estou lendo as edições mensais da revista Catolicismo, e estou me identificando, e muito, com a mesma. A revista Catolicismo tem uma posição muito legal sobre a propriedade privada, que há algum tempo vem sendo violada.

       (C.C.A. — RJ)   

A luta continua

Será que nosso povo merece esse governo? Por mais que o brasileiro precise de uma forte lição para aprender a escolher melhor seus representantes, acho que não merece tanta sova assim. Cristo terá dó de seu povo e teremos dias melhores, porque para se chegar ao vinho precisa-se esmagar a uva, e nisso estamos nós sendo sovados por esses políticos que não prezam aqueles que eles deveriam representar. Mas também, por que o povo brasileiro foi acreditar em milagres de políticos? Político não faz milagre. Agora temos que agüentar isso aí, mas não vamos desanimar não, vamos continuar a luta.

(E.M.A.N. — RS)

Os católicos e o tsunami

A propósito da recente tragédia na Ásia, fiquei chocado pela ausência de correlações entre o maremoto e um castigo divino.

Na qualidade de católico praticante e de historiador de profissão, procuro estabelecer analogias entre a recente tragédia com o terremoto que destruiu Lisboa em 1755. Não resisti a procurar uma série de informações sobre a posição da Igreja Católica naquela época.

Que diferença entre estes homens da Igreja de hoje — “lavados pelo Concilio Vaticano II”, como gostam de dizer em todas as circunstâncias — e os membros da Igreja Católica naquele trágico 1755. Nota-se uma enorme diferença de postura, de piedade, e acima de tudo de fé, das pessoas comuns e da Hierarquia da Igreja Católica.

Uma interessante e curiosa questão a que cada um deverá, no seu intimo, dar resposta! Da minha parte, fica apenas a reflexão ou provocação, como entenderem.

Muito se escreveu, muita coisa ainda se escreve, se disse e se diz, bastante se discute, outros tantos se lamentam; há primeiras páginas de jornais, reportagens intermináveis e imagens impressionantes, e ao mesmo tempo deprimentes, que nos entram pela casa adentro da tragédia. No entanto, falta dizer o essencial. E o essencial para todos nós católicos – uma referência à Providência Divina!

Há uma lição a tirar da catástrofe que varreu o sudeste asiático — e por extensão todo o planeta — a da fragilidade da condição humana. Face a si própria, como nos fomos habituando diariamente, e face à natureza como ela se encarrega de nos recordar com metódica regularidade.

*     *     *

Vamos ver o que se passou em Lisboa, no século XVIII. Corria o ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1755, quando no dia primeiro de novembro, de repente, a terra começa a tremer, casas e prédios… a ruir e as pessoas ficam soterradas (contam-se entre as vítimas, na cidade de Lisboa, mais de 20 mil pessoas). Agora atentemos nos testemunhos das vítimas — as pessoas que sobreviveram rezavam nas ruas, cobertas de pó. Isto foi o que se passou à época. Hoje, o que vemos? Que testemunhos nos são dados a conhecer por parte das pessoas que sobreviveram? A maior parte, banalidades!

Mas qual a postura dos portugueses? São unânimes em referir que agradecem a Deus terem-se salvo!

O modo como os portugueses reagiram ao acontecimento no século XVIII: logo após os acontecimentos, vários foram os miraculosos testemunhos que vieram a público, e como nos diz o historiador Veríssimo Serrão, foi considerável o número de orações que se ouviam em Lisboa nos dias subseqüentes ao episódio. Deve-se referir ainda como eloqüente o testemunho do Padre Gabriel Malagrida, que interpretou o terremoto numa visão providencialista, propondo a reforma dos costumes para apaziguar a ira de Deus. E os piedosos católicos portugueses encontravam na voz dos púlpitos e no ideário corrente formas de compensação para a acalmia dos sentimentos. Tendo o Cardeal Patriarca implorado a piedade divina para os pecados dos cristãos, agradecendo a Deus “ter poupado a maior parte deste seu povo”. Foram realizadas inúmeras cerimônias religiosas, orações e procissões públicas. A própria família real — refere o citado historiador — envolveu-se nas cerimônias religiosas para suplicar “o perdão das nossas culpas, e que pela sua infinita misericórdia (Deus) não continuasse a castigar a cidade e o reino”.

O desastre de Lisboa, no século XVIII, mostrava não poder aceitar-se o quadro harmônico do Universo, na fragilidade do homem perante Deus. E os acontecimentos do século XXI?

(José António Ribeiro de Carvalho — Professor e Investigador de História — Porto, Portugal)

Trechos de artigo de um leitor

Caríssimos, fiz um artigo sobre Nossa Senhora, gostaria de saber se ele poderia sair nessa esplêndida revista. Para mim seria uma glória.

Nota da Redação:
Na impossibilidade de publicar o artigo completo, transcrevemos abaixo alguns trechos escolhidos:

“Maria é cantada em sua ladainha como a Arca da Aliança. Sabemos que os 10 Mandamentos da Lei de Deus eram a antiga aliança d’Ele com o Seu povo escolhido,  e que Maria, por gerar Jesus, é considerada a Arca da nova e definitiva Aliança.

No Antigo Testamento é comum observarmos a veneração dos hebreus para com aquele lugar onde se encontrava guardada a Santa Lei do Senhor.

A arca da Aliança nada mais é que pré-figura d’Aquela que guardaria em seu ventre a própria Lei encarnada, Jesus Cristo. Devemos rezar com Maria, pois Ela é o modelo perfeito da pureza e obediência ao Deus de Abraão.          

 (F.N.B.F. — PE)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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