Junho de 1998
Legalizaçäo e financiamento público do aborto"
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A Realidade Concisamente

A maior vergonha de nosso século.

Entrada das tropas do Khmer Vermelho em Phnom Penh, capital cambogiana, em abril de 1975: início de um dos maiores genocídios da História. Fato, porém, menos grave que a legalização e favorecimento do aborto.

"A maior vergonha do século XX, que conheceu as mais horrendas infâmias da História, como os múltiplos e vários genocídios nele perpetrados, foi, sem dúvida alguma, a legalizaçäo e o financiamento público do aborto", afirmou o Cardeal Giacomo Biffi, Arcebispo de Bolonha.







Se não fosse o voto obrigatório...

Uma pesquisa do instituto Vox Populi constatou que, com o voto facultativo, apenas um terço dos eleitores brasileiros continuaria votando em todas as eleiçöes.

Um terço deixaria de votar, simplesmente. Outro terço, depende: se gostasse do candidato, ou se a eleiçäo fosse muito importante, aceitaria ir até a urna. De fato, a obrigatoriedade do voto tenta esconder o desinteresse e a desconfiança em relaçäo aos homens públicos, a falta de sintonia entre o povo e os políticos. O eleitorado näo se sente representado por eles.


China: armadilha para investidores


Mistério, ou incompetência? Roland Berger é um alemäo, fundador da mais importante empresa européia de consultoria, que leva seu nome. Aconselha de momento aplicaçöes no Brasil. E dá algumas razöes bem curiosas:

"A Rússia näo está desenvolvida o suficiente; as instituiçöes russas colocam um alto risco em qualquer investimento. O risco de investimento na ≡sia, incluindo a China, é bem alto. Eu näo sei de um único investidor que tenha tirado lucro da China, com exceçäo da Volkswagen, que está lá há mais de 20 anos. Ninguém realmente ganha dinheiro na China. Muitas pessoas já
                         perceberam que a China é uma espécie de armadilha para o dinheiro."

Os felizes sem-televisäo.

Antes, tinham vergonha: agora estäo ufanos. Jean Lotus, uma ex-jornalista de Chicago, guardava um segredo: näo assistia televisäo, nem possuía o aparelho. Näo o contava a ninguém. Achava que näo a compreenderiam. Até que um dia um amigo lhe disse: "Joguei meu aparelho de TV janela abaixo. Estou enojado com a programaçäo". Jean entäo contou-lhe seu segredo.

Compartilhada a opiniäo, começaram a arregimentar todos os que näo queriam ter televisäo em casa. Jean Lotus lançou agora um boletim, o White Dot (Ponto Branco). E vai publicar um livro Get a Life: The Little Red Book of the White Dot (Comece a viver: o livrinho vermelho do ponto branco). Formam nos Estados Unidos uma corrente nova: o ufano grupo dos sem-televisäo.

Polidez x Grosseria.

A quase totalidade dos investidores na China, como a poderosa cadeia McDonald's, ainda não obteve lucro nessa espécie de "armadilha para o dinheiro"

Na França, pátria da boa educaçäo, a polidez, artigo que andava meio fora de moda, voltou à ordem do dia. Tornou-se manchete de revista, entrou no discurso dos políticos, sempre sensíveis ao que dá popularidade, e aparece nas vitrines das livrarias. Dois livros, um de S. Roché e outro de L. Fournier, convidam seus leitores a fazerem o caminho oposto ao trilhado nas últimas décadas: deixar a grosseria e acostumar-se à polidez. É um convite que vale também para muitos outros lugares...

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