Junho de 2002
Da época das cavernas...
Escrevem os Leitores

Escrevem os Leitores

Verdade absoluta

Quando comecei a ler a revista Catolicismo, eu era um esquerdista radical. Com o tempo e os inteligentes argumentos dessa revista, fui me convencendo da verdade. Agora, para mim, a verdade não é relativa e sim um valor a ser buscado sempre. Obrigado, amigos.

(M.Y.S.P. _ TO)

Fortalecendo a fé

Como é gratificante termos uma revista porta-voz dos interesses dos fiéis católicos, realçando, esclarecendo e fortalecendo nossa fé, inclusive contra os constantes ataques do depreciativo bloco evangélico que infelizmente infesta nosso país!

(J.Z.N. _ SP)

Ponto de referência

Parabenizo os Srs. da TFP pela defesa tenaz e incondicional de nossa fé católica e apostólica. A TFP é uma organização de referência moral inigualável. Saudações de estima e apreço. "Ad astra per aspera". Continuem!

(C.R.L. _ PE)

Oportuna ressalva

A maravilhosa matéria "Cruzada contra a Imoralidade: alavanca para levantar o mundo" , publicada nesta revista na edição de abril, capa da mesma, merece todos os elogios pela sua clareza de objetivos e conteúdo.

Merece ressalva apenas a generalização feita pelo autor (Revmo. Pe. Davi Francisquini) que ao final do tópico I, item `c', transcreve: "Do ponto de vista social, é claro que tal comportamento (imoral) implica no adiamento das núpcias. Os
jovens casam-se cada vez mais tarde
[...] com as conseqüências negativas daí decorrentes (prole pouco numerosa, egoísmos arraigados, separações fáceis...)".

Este contexto lamentavelmente reflete a vida de um sem número de jovens, porém tais fatos também ocorrem com jovens que observam os mandamentos, mas que para poderem proporcionar um futuro com razoável estabilidade à sua futura família são obrigados a concluir um curso superior (mais usualmente ambos os cônjuges — o que possibilita indubitável melhoria ao nível sócio-cultural da família), e, por vezes, até seguir estudos a uma pós-graduação antes das núpcias.

Ante o exposto, fica evidente que não só a imoralidade conduz a tal comportamento, como também a seriedade e a busca pelos retos caminhos conduzem ao mesmo comportamento.

Tal ressalva, sob nenhuma forma constitui mácula à excepcional reportagem, servindo apenas de esclarecimento e consulta ao Revmo. Sacerdote e demais irmãos. Outrossim, aproveito a oportunidade para parabenizar o excelente nível (jornalístico, editorial, e até a qualidade do papel) desta revista que a cada dia se torna mais importante nos lares católicos.

(C.A.R.J. _ RJ)

Resposta do Revmo. Pe. Davi Francisquini — A ressalva que o leitor propõe é inteiramente válida: não só a imoralidade imperante entre os jovens conduz ao adiamento das núpcias; os fatores sócio-econômicos que ele aponta contribuem também, e fortemente, para o mesmo efeito. Tenha-se presente, entretanto, que no citado artigo eu não estava fazendo uma análise exaustiva do fenômeno — que, no seu conjunto, está fora da problemática tratada — e por isso ele se limita a indicar uma das causas freqüentes do adiamento das núpcias, sem negar que existam outras. A matéria, já de si extensa, obrigava-me a um estilo conciso. Daí a ausência da ressalva que, entretanto, tem todo o cabimento.

Agradeço cordialmente as referências amáveis e elogiosas do leitor ao artigo e lhe prometo minhas orações.

Da época das cavernas...

Não tive oportunidade ainda de ler toda a revista Catolicismo de abril, mas já li os primeiros artigos. Achei muito boa a reportagem daquele bairro moderníssimo em Paris. Quando eu estive na França, me encantei com Paris, a cidade é lindérrima, é um sonho. Não conheci esse novo bairro e acho que teria um desprazer se eu o tivesse visitado, porque aquilo é uma caveira da Cidade Luz. Aquela igreja nova é uma caricatura da catedral de Notre Dame, que eu pude admirar longamente e não esqueço mais. Vivo comparando algumas igrejas modernas de Belo Horizonte com Notre Dame, ai, ai, ai... Não são nada modernas, são da época das cavernas. Até rima...

Estou lendo o artigo contra a imoralidade [...], estou na página 31 da revista, perto do retrato de Dr. Plinio. Que simpatia de pessoa, um homem de Deus e que está com a Virgem Maria. Esse artigo vou xerografar e vamos bater duro, pois, se não reagirmos, as TVs acabarão de vez com nossas famílias.

C.F.F. _ MG)