Julho de 2006
Pobre Brasil
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Correspondência

Pobre Brasil

Os “novos índios”, como descreve a revista, com o chapéu do MST na cabeça, no lugar do cocar indígena, estão sendo usados e abusados pelos agitadores esquerdistas, para fazer uma grande luta de raças no Brasil. Isto é de uma maldade sem nome, porque divergências entre raças no Brasil é coisa que não existia. Isto foi criado artificialmente para tirarem proveito para a esquerda. Antes ela usava o MST e MLST para as invasões, mas como estes movimentos já estão desacreditados aos olhos do público, agora estão usando os coitados dos índios como massa de manobra nas mãos dos dirigentes da esquerda, tanto a esquerda política quanto a religiosa. Ambas em combinação com o mandatário da Venezuela, Hugo Chávez, para tumultuar tudo e jogar o continente sul- americano no caos.

No Brasil, antes dessas agitações comunistas, todos viviam na santa paz, em todas as classes e raças. Não é raro em qualquer cidade brasileira conviverem, sem nenhuma divergência, negros, brancos e índios; sírios, japoneses, alemães, italianos, portugueses, espanhóis, americanos ou coreanos, etc. Todos irmãos, todos alegremente vizinhos nas ruas, no trabalho ou no lazer. Mas agora estão atiçando fogo para subverter esta paz, procurando jogar brancos contra negros, uns e outros contra os índios e vice-versa.

Temos como resolver esse problema? Acho que só se aparecer um novo Garcia Moreno e fizer por esse pobre Brasil o que aquele presidente equatoriano fez por sua nação. Pobre Brasil, porque homem assim muito dificilmente aparece. [...] Garcia Moreno é o antípoda de um Chávez ou de um Morales. Termino dizendo que desfrutei com a história que a revista publicou sobre este santo presidente do Equador no século XIX. Agora vou pesquisar mais sobre ele.

(P.E.N. — SC)

Terroristas das selvas

Gostei muito da matéria sobre os índios. Catolicismo aponta o problema do momento no momento certo, qual seja, esta manipulação dos índios para criar um “novo apartheid”, numa nova “cortina de ferro” que são os ditos “santuários indigenistas”. De tais “reservas”, os índios só saem sob orientação dos manipuladores profissionais, com o objetivo de jogá-los contra a sociedade. Esses manipuladores, ou movimentos ditos sociais, as famigeradas ONGs, não dão a menor bola para o bem do índio, querem sim transformá-los em terroristas das selvas, a fazerem incursões nas cidades e ocupações de propriedades rurais. As ONGs, para terem entrada nas aldeias, dão uma caríssima picape para o cacique e obtêm passaporte para fazerem as cabeças dos indígenas.

(H.I.M. — PA)

“A Palavra do Sacerdote”

Este e-mail é só para agradecer ao Cônego José Luiz Villac pelos ensinamentos que aprendo a cada mês com suas clarividentes respostas. Apesar de minha idade já um tanto avançada, e de ter sido catequista, sempre aprendo coisas novas nas páginas “A Palavra do Sacerdote”. Para mim aparecem novidades como na época em que aprendia o catecismo. Peço ao ilustre sacerdote uma bênção para toda minha família.

(N.E.B. — MG)

A honra dos católicos

Parabéns a Catolicismo, uma revista empenhada em proteger a honra dos católicos e em acordar os católicos apenas de nome. De fato, precisamos levantá-los para que honrem o fato de serem católicos, para que rejeitem todas essas coisas que esses debochados estão fazendo, blasfemando contra tudo que temos de sagrado, difamando nossa Religião e negando a nossa fé. A cada mês lançam uma difamação nova, agora é esta do “Evangelho de Judas” e do “Código da Vinci”. Neste livro e no filme, fala-se até em relações pecaminosas de Cristo com Santa Maria Madalena! Como pode um católico, sabendo dessas blasfêmias, ir ao cinema assistir Nosso Senhor ser tratado desse jeito?! Precisamos mesmo acordar os católicos, senão os vituperadores da Igreja Católica não pararão; vão espalhar outras e outras blasfêmias, seja com novos livros, filmes ou programas de televisão.

(T.M.M — MG)

Nota da redação:

Com todo apreço, felicitamos a missivista pelo comentário reparador a Nosso Senhor Jesus Cristo e em defesa de sua honra ultrajada.

Sobre a pergunta-exclamação “Como pode um católico, sabendo dessas blasfêmias, ir ao cinema assistir Nosso Senhor ser tratado desse jeito?!”, convém repetir aqui a advertência contida na Sagrada Escritura, transcrita na edição anterior de Catolicismo:

Portanto, quem der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante de meu Pai que está nos Céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de meu Pai que está nos Céus" (São Mateus, 10–32,33).

O espertinho Dan Brown

Tive que ler, sem nenhum atrativo, o livro O Código Da Vinci, de Dan Brown. Que leitura tediosa! Livro indigesto! Narrativa absurda e improcedente! Só mesmo poderia prosperar uma novela dessas com muito dinheiro para propaganda e devido à pobreza intelectual generalizada em todos os povos deste século. Em épocas normais — quando ainda se difundia literatura de alto nível — não teria o menor sucesso um livro desses, sequer encontraria uma única editora a arriscar suas fichas numa historieta sem pé nem cabeça. O autor, ou o seu orientador, é um prodigioso explorador do mau gosto e da imbecilidade atuais. Mas também é um espertinho plagiador, que teve noção do quanto podia encher suas contas de dólares, explorando o vazio existente nas cabeças. Ele sabia perfeitamente que sua invenção fantasmagórica não resistiria à menor crítica séria de um historiador idôneo, mas sabia também que a massa, acostumada a engolir novelas e ficções televisivas, facilmente acredita em qualquer fantasia quando misturada com verdades semiconhecidas. Refiro-me ao Evangelho semiconhecido, Cristo, a Santa Ceia, Maria Madalena, o Apóstolo João, etc., fatos reais, mas meio ignorados neste século.

(S.C.E.N. — BA)

o tolerar pode ser virtude

Excelente a matéria “Ser tolerante? Sim, não? Por quê?”. Eu, como adolescente, não paro muito para pensar em temas como tolerância, mas depois de ler a matéria aprendi muito, percebi que não tolerar pode ser uma virtude muito maior do que ser tolerante. Mas isso varia de caso para caso, eu pude tirar as minhas próprias conclusões e pensar mais sobre o que é certo e errado. Acho também que a intolerância tem um grande papel na repressão do mal. Apesar de ser uma revista católica, esse tema não se aplica somente para quem segue essa religião, mas para todos, sem restrições. Acredito que entre ser tolerante exageradamente e não ser nada tolerante isto é o mais correto.

(M. N. N. — SP)

O câncer da Revolução Cultural

Tudo que traz a revista me interessa. Mas muito especialmente os artigos mostrando todas as destruições produzidas pela Revolução Cultural. Isso é como uma espécie de contra-cultura, que está demolindo os valores de nosso querido Brasil. A revista mostra muito bem, por exemplo no artigo de Luís Dufaur, que essa revolução é uma espécie de câncer que vem destruindo nossos valores mais preciosos e destrói até mesmo os vestígios de nossa missão cristã. Peço-lhes, se possível, outras reportagens sobre esse tema.

(F.B.S. — MT)

www.catolicismo.com.br

Pela primeira vez que eu entro no seu site, pude perceber a grande riqueza que a Igreja Católica contém dentro de si. Parabéns pelo site.

(T.D. — PI)

Uma santa indignação

Li o artigo, de autoria de Luis Dufaur, sobre os evangelhos apócrifos e achei muito interessante e esclarecedor.

Estou tomando a liberdade de enviar uma mensagem de indignação a todos que conheço, e pedindo aos católicos que tomem alguma atitude. Há uma crescente onda de “anticatolicismo” no mundo, e principalmente no Brasil. Como católica, sinto-me profundamente revoltada com os meios de comunicação que apresentam esse tipo de "notícia" (do pseudo-evangelho de Judas), e com a Rede Globo, que em suas novelas faz questão de ridicularizar a Santa Igreja e os padres. Faz com que homens sem nenhuma moral vistam-se de padres e frades franciscanos para se aproveitarem das mulheres à sua volta.

Como católica e fiel, fico revoltada, pois fui criada no ambiente da Igreja, e entre os padres sempre fui tratada com respeito e dedicação pelos mesmos.

Deixo aqui meu protesto, pois, como católica não ridicularizo a religião de ninguém.

(P.C.S. — RS)

Nota da redação:

Catolicismo endossa e participa da tão justa indignação manifestada pela leitora. Se todos os católicos assim agissem, promovendo uma campanha de protestos, sobretudo contra os meios de comunicação que divulgam programas anticatólicos, não estaríamos assistindo a tamanhas aberrações morais, atos blasfemos, sacrilégios e injúrias à Religião católica. A respeito desse tema, muito bem qualificado pela missivista como “uma crescente onda de 'anticatolicismo' no mundo, e principalmente no Brasil”, recomendamos a leitura de algumas matérias de capa de Catolicismo, e que se encontram também à disposição dos interessados no site da revista www.catolicismo.com.br., nas seguintes edições: novembro/2005, novembro/2004, abril/2002, março/1999 e julho 1998.

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