Julho de 2006
Paganismo e Satanismo
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Por que Nossa Senhora Chora?

Paganismo e Satanismo

Algum tempo atrás, quando se dizia que estávamos retornando ao paganismo, muita gente protestava: Exagero! Absurdo!

Agora está mais difícil protestar, pois os fatos estão aí para o comprovar. O paganismo avança, e com ele o demônio, pois, como diz a Sagrada Escritura, omnes dii gentium daemonia (todos os deuses dos gentios são demônios) (Sl 95,5).

A volta do paganismo antigo, com todos os seus horrores, é a conseqüência lógica do abandono de Jesus Cristo e sua Igreja, levado a cabo sob os mais diversos pretextos. Ao se defender a tese de que todas as religiões são boas e podem ser igualmente praticadas, nivelou-se a Igreja Católica — única verdadeira — com qualquer seita de arrabalde que adore um ídolo. Ao se dizer que deve ser respeitada a liberdade de consciência de qualquer um para aceitar o erro ou a verdade, o bem ou o mal, negou-se o caráter divino da Santa Igreja. E assim por diante.

Paganismo e preconceito

Participantes do Orgulho Pagão no centro de Londres

Onde Jesus Cristo é expulso, o demônio entra.

“Usando um casaco de veludo verde e uma coroa de margaridas sobre seu cabelo pintado de verde, Mike, um advogado de Hertfordshire, era umas das 700 pessoas que participavam do desfile do Orgulho Pagão no centro de Londres, dias atrás, para demonstrar que as fés politeístas dos tempos antigos estão bem vivas na Grã-Bretanha.

“O paganismo é atualmente o oitavo agrupamento religioso no país, com cerca de 40 mil pessoas aderindo a ele, de acordo com o censo de 2001. A Federação Pagã da Grã-Bretanha, que representa muitos desses grupos — de bruxas a druidas — estima que o número de crentes encontra-se entre 50 mil e 200 mil. O Serviço de Prisões anunciou no ano passado que os presos pagãos teriam os mesmos direitos de culto que os fiéis do cristianismo.

“O xamã Artura faz sessões regulares de cura, nas quais entra em transe e 'comunga' com espíritos que entraram no paciente” (“O Globo”, 4-6-06).

Tributo ao demônio


Disco da banda Iron Maiden, Number of the beast (Número da besta)

No dia 6-6-2006, que alguns supersticiosos apelidaram de “dia da besta”, o roqueiro Rob Thompson estreou em Atlanta (EUA) o musical “666: um tributo ao demônio e ao heavy metal”, versão de um disco popular da banda Iron Maiden, Number of the beast (Número da besta). O musical, explica Thompson, “tem muitos efeitos de sangue, muito ritual satânico falso” (“O Globo”, 7-6-06). Evidentemente, tais musicais vão habituando o público às orgias satânicas.







Até no Judiciário


Cartaz da Federação Pagã Internacional

“Duas cartas psicografadas [supostamente escritas por pessoas mortas, através de um médium espírita] foram usadas como argumento de defesa no julgamento em que Iara Marques Barcelos, 63, foi inocentada, por 5 votos a 2, da acusação de mandante de homicídio. Os textos são atribuídos à vítima do crime [assassinada em 2003] ocorrido em Viamão (RS). O advogado Lúcio de Constantino leu os documentos no tribunal para absolver a cliente da acusação de ordenar o assassinato do tabelião Ercy da Silva Cardoso”. Nas cartas, o morto inocentava a acusada.

O advogado disse ter estudado a teoria espírita para a defesa e define as cartas como “ponto de desequilíbrio do julgamento”, atribuindo a elas valor fundamental para a absolvição. Os documentos foram aceitos, porque foram apresentados em tempo legal e a acusação não pediu a impugnação deles (“Folha de S. Paulo”, 30-5-06).

Diz a Sagrada Escritura: “Não se encontre em teu meio quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas” (Dt 18, 10-12).

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