Novembro de 2012
Um livro indispensável no Brasil atual
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Ação Contra-Revolucionária - 1

Da esq. para a dir.: Dr. Carlos Patrício del Campo, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Dr. Eduardo de Barros Brotero, Dr. Antônio Augusto Borelli Machado e Dr. Mário Navarro da Costa

Um livro indispensável no Brasil atual

Luis Dufaur

No prestigioso Nacional Club de São Paulo, diante de um público que lotou o auditório, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira lançou no dia 2 de outubro o livro Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã, de Dom Bertrand de Orleans e Bragança. O ato que superou todas as expectativas.

Abriu a sessão de lançamento o Dr. Eduardo de Barros Brotero, diretor do Instituto, em nome do presidente Dr. Adolpho Lindenberg, ausente devido a uma viagem ao exterior.

O Dr. Eduardo fez um breve histórico do Instituto e da obra de Plinio Corrêa de Oliveira, particularmente sua luta contra os erros infiltrados em meios católicos. Erros que serviram de base para a promoção de uma Reforma Agrária socialista e confiscatória — meta visada pelo comunismo internacional para subjugar o Brasil e instalar uma ditadura nos mesmos moldes do regime opressor que dominou a infeliz Cuba. O orador demonstrou como o Prof. Plinio freou tal ofensiva que arruinaria o País e que, infelizmente, naquela ocasião encontrou eco favorável por parte de membros da CNBB.

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Em seguida, o engenheiro Antônio Augusto Borelli Machado, revisor do livro, fundamentado em abundante documentação, apontou as semelhanças existentes entre a ofensiva agrorreformista de cunho marxista e a do ambientalismo moderno.

O numeroso público acompanhou com muito interesse as palavras dos vários expositores
Dom Bertrand de Orleans e Bragança na companhia do Pe. David Francisquini e do autor desta matéria

Dando prosseguimento à apresentação, o Dr. Carlos Patrício del Campo, Master em Economia Agrária pela Universidade de Berkeley (Califórnia), apontou documentadamente os absurdos da legislação de cunho ambientalista promovidos por vários governos, notadamente o atual governo PT por meio do novo Código Florestal.

O Dr. del Campo mostrou o custo absurdo da aplicação de dito Código, que criminaliza o produtor com Reservas Legais e APPs que prejudicam gravemente a produção agropecuária e o agronegócio em geral.

O expositor afirmou ser injustiça cruel o fato de o proprietário rural ser punido em decorrência das medidas promovidas pelos fautores do pseudo-ambientalismo, tão prejudiciais àqueles que tanto têm contribuído para o engrandecimento e riqueza do País: os produtores agrícolas.

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Encerrando a sessão, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil e coordenador do movimento Paz no Campo, chamou a atenção dos presentes para a natureza visceralmente anticristã do atual movimento ambientalista, denunciado em seu livro Psicose ambientalista.

O príncipe ressaltou que esse falso ambientalismo não passa de um disfarce do velho agro-reformismo marxista que sob a fachada ambientalista visa demolir a propriedade privada e introduzir sub-repticiamente o mesmo sistema comunista que fracassou utilizando os métodos clássicos do marxismo-leninismo.

Acrescentou que estamos diante de uma perigosa metamorfose da doutrina stalinista para impor uma “religião” anticristã, panteísta e igualitária. Neste sentido, tal manobra é uma radicalização, sob nova bandeira, do velho e fracassado comunismo vermelho: a bandeira verde do ambientalismo, para melhor enganar os incautos.

Em face de tal ofensiva, o livro-denúncia é lançado num momento mais do que oportuno. O príncipe — assessorado pela Comissão de Estudos Ambientais do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, da qual fazem parte Carlos Patricio del Campo, Nelson Ramos Barretto, Paulo Henrique Chaves e o autor destas linhas — efetuou uma denúncia que ninguém fez. Fato que explica o sucesso imediato da primeira edição do livro.

O orador destacou a necessidade de uma reação à ofensiva eco-terrorista, a fim de evitar a implantação no Brasil de uma pseudo-religião panteísta-marxista. Urge para tanto favorecer o ressurgimento dos valores da Lei natural e daqueles consignados na Sagrada Escritura. Se no Gênesis o Criador ordena que os homens dominem a Terra, explorando-a para o seu próprio bem, nos ensinamentos do Magistério Pontifício não poderia ser diferente: eles asseguram esses valores, dos quais decorre o sagrado direito de propriedade. O Brasil cumprirá assim sua grande missão, tornando-se efetivamente a Terra de Santa Cruz.

O ato encerrou-se com uma concorrida sessão de autógrafos e um coquetel nos salões Nacional Club. A prolongada e animada permanência dos convidados patenteou a adesão e o entusiasmo suscitados pelas teses do livro.

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