Setembro de 2007
Desvendada escravidão oficial generalizada na China comunista
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A Realidade Concisamente

Universidades francesas restauram pompa de formatura


Frustrados pela falta de solenidade que impera nas universidades francesas após a revolução de Maio de 68, os alunos reivindicaram o retorno da pompa acadêmica na formatura. Professores em toga negra, estudantes usando faixa bordada com o brasão da universidade [foto], medalhas e diplomas, discursos e cocktail voltaram e são aceitos com entusiasmo. “Trata-se de valorizar os estudantes, de quebrar o anonimato das faculdades, de recompensar o esforço”, explicou Sylvie Sarzana, porta-voz da Universidade Paris-VI Pierre-et-Marie-Curie. “Os estudantes estão felizes”, garante Michel Lussault, presidente da Universidade de Tours e porta-voz da Conferência dos Presidentes de Universidade da França.

Desvendada escravidão oficial generalizada na China comunista


A polícia chinesa libertou 217 escravos de fábricas estatais, mas o número real seria muito maior. Os escravos foram surrados, padeciam fome, trabalhavam semi-nus e acorrentados, dias a fio, vigiados por guardas e cachorros [foto]. Os que tentavam fugir eram mortos, e os cadáveres abandonados em sacos plásticos num morro próximo. O filho de um alto funcionário comunista de Shanxi foi responsabilizado e executado, porém essa execução visou maquiar a situação generalizada na China. O dissidente chinês Han Dongfang disse à agência “AsiaNews” que os fatos apurados são a “ponta do iceberg”. Os produtos chineses à venda no Ocidente, inclusive no Brasil, estão salpicados com o sangue de milhões de infelizes escravos da pior ditadura da História.

Barbárie e anarquia em escolas paulistas

Em Macatuba (SP), quatro alunos aplicaram a cola superbonder na cadeira da professora de Biologia, que por isso teve a roupa rasgada e sofreu graves escoriações. Em Piraju (SP), dois estudantes incendiaram o carro da diretora da escola. Em Dracena (SP), uma servente de 67 anos teve os dois braços quebrados e ferimentos nos olhos, ao ser pisoteada pelos alunos. Em São Bernardo do Campo, ABC paulista, um menino decepou o dedo indicador de uma professora e feriu a vice-diretora no rosto com uma cabeçada. Junia de Vilhena, professora da PUC/RJ, atribuiu essa barbárie à falta de tradições e valores. Os pais foram criados no falso princípio do “é proibido proibir”, e agora colhem amargos frutos.

Escolas de Nova York proíbem laptops nas aulas


A escola superior de Liverpool (Nova York) baniu os laptops das aulas (foto). Eles não favoreciam os alunos, mas serviam para que fugissem das tarefas, para trocar "dicas" nos exames, ver pornografia e atacar eletronicamente as empresas locais. Outras escolas tomaram a mesma decisão. “Após sete anos, não há, ao pé da letra, nenhuma indicação de que eles tenham um impacto positivo na melhora dos alunos”, disse Mark Lawson, presidente do conselho escolar de Liverpool. Mais de 30 pais de família apoiaram a decisão. Tais desastres escolares ocorrem porque a tecnologia é promovida por filantropos e políticos sem conexão com a realidade, registrou o “The New York Times”.

União Européia é nova União Soviética, afirma dissidente

A União Européia (UE) está se transformando numa União Européia de Repúblicas Socialistas Soviéticas (EUSSR), escreveu o ex-dissidente soviético Vladimir Bukovsky. Para ele, a UE está a caminho de ser um novo “império do mal” análogo à falida URSS. A similitude entre as duas sobressai nas tentativas de se aprovar sorrateiramente um tratado constitucional que faria da UE um Estado supranacional, desrespeitando a vontade expressa dos europeus. Acresce que a UE promove agressivamente uma Revolução Cultural anticatólica e antifamiliar rumo a uma imoralidade oficial, talvez pior que a vigente em pleno stalinismo.

Nevada histórica ridiculariza ecologistas


Bota a culpa no aquecimento global”, uivava o roqueiro na tela da TV Argentina, que transmitia o festival rock-ecológico mundial Live Earth, promovido em 100 locais de oito países pelo guru do ecologismo radical, o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore. Enquanto isso ocorria, os olhares dos espectadores estavam fixos nas janelas. Uma nevada excepcional, em meio a intensas ondas polares, chegou até Buenos Aires [foto], fenômeno este que só acontecera em 1918! O país parou completamente. Crianças e adultos brincaram alegremente na neve, pouco se incomodando com os slogans catastrofistas e a fanática pressão a respeito de um suposto e apocalíptico “aquecimento global”.

Abolido o regime de enfiteuse, a calma abandonou Claraval

Claraval (MG) tem 4.500 habitantes que, até há pouco, desfrutavam algo da tranqüilidade da Idade Média. Casas, chácaras e outras terrenos pertenciam ao Mosteiro de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo. O que corresponde ao imposto territorial (IPTU) era pago com um dia de trabalho — cerca de R$ 20,00 — dedicado à Abadia Territorial de Claraval. Em 1869, o casal Francisco Garcia Lopes e Maria Rita do Espírito Santo doou 40 alqueires para a Capela do Divino Espírito Santo das Canoas, e em 1948 a área passou para o regime de enfiteuse — sistema típico da era medieval. O novo Código Civil, contudo, extinguiu tal sistema. Agora, aos sábados, uma advogada tenta resolver litígios na praça central. A prefeitura acusa o bispo de ganancioso, por tentar vender os lotes, e a diocese qualifica a prefeitura de eleitoreira. Extinguiu-se assim esse vestígio de calma medieval, e os pesadelos modernos passaram a infernizar a vida dos habitantes do município.

"Máquina" para substituir as boas maneiras


Num estacionamento da capital norte-americana foi montada a “máquina para cumprimentar” [foto]. Ela dispensa aos passantes 150 saudações do gênero “o Sr. é um bom motorista” ou “a Sra. escolheu um bom perfume”. Algo raro de se ouvir numa cidade hodierna, onde costumam proliferar a acrimônia e até os insultos. O artefato faz parte do Washington Project for the Arts Site Project, informou “ABC News”. Constitui significativa amostra da falta de bom senso do mundo moderno. Afastando-se assustadoramente das boas maneiras, do respeito, do bom tom e da doçura de trato, características da tradição católica, essa mesma modernidade elabora falsas soluções para tais males, as quais revelam um artificialismo mecânico e risível.

BREVES RELIGIOSAS

Venezuela: anticatolicismo e socialização do país


O governo venezuelano anunciou a estatização do Hospital Coromoto na cidade de Maracaibo. Operários retiraram da entrada principal dessa casa de saúde a imagem de Nossa Senhora de Coromoto [foto], padroeira da nação, e fixaram uma faixa com um novo nome: Hospital Ernesto Che Guevara. Pressionado pela opinião pública, o regime chavista foi obrigado a reinstalar a venerada imagem, exigindo porém que o pessoal médico siga “a linha socialista e revolucionária”. Os médicos inconformados serão substituídos por elementos governistas ou oportunistas de esquerda. A demolição das estruturas básicas de uma nação serve ao socialismo, pois afunda sua população no desespero e na miséria, enquanto se tenta extinguir a devoção a Nossa Senhora.

CELAM dialoga com governo cubano

O Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) foi a Cuba, onde elegeu seus novos dirigentes. Na ocasião, os prelados receberam cartas de esposas e mães de "presos de consciência", descrevendo a dramática situação em que estes vivem nos cárceres comunistas da Ilha. Apesar disso, o CELAM inaugurou um diálogo com o regime castrista. Participaram da reunião cinco cardeais, sete bispos, o Núncio Apostólico em Cuba e a chefe marxista do Escritório de Assuntos Religiosos, Caridad Diego, além de outros quatro membros da cúpula do governo. Caridad Diego manifestou sua satisfação com o referido diálogo (cfr. "O Estado de S. Paulo", 13-7-07).

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