Satanismo requinta-se no Rock
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Discernindo, comentando, agindo

 

Satanismo requinta-se no Rock

No palco: ritos satânicos;Jagger contracena com uma figura metade mulher, metade demônio;Rita Lee aparece blasfemamente com manto e coroa de Nossa Senhora Aparecida e em seguida entra uma mulher nua no palco. Um jornalista comenta: demônios estavam soltos no estádio. Tudo com apoio oficial e grande propaganda da mídia

O caráter satânico do rock tem sido denunciado com certa freqüência por estudiosos dos mais variados. Discos que, tocados em sentido inverso, apresentam odes ao demônio, sons infernais acima da capacidade auditiva humana, gestos não só obscenos mas horrivelmente grosseiras, danças convulsivas, ambiente opressivo, delírios mórbidos.

Numa apresentação de rock fica inteiramente excluído qualquer laivo de virtude, de delicadeza, de pureza, de ordem, mesmo de compostura e bom senso. Prevalece absolutamente a exaltação das paixões mais animalescas, mas de um modo tão carregado como não existe nem mesmo entre os próprios animais.

Esse caráter sub-humano do rock evidencia bem a presença de uma depravação de espírito que está abaixo das possibilidades humanas. Mesmo quando a natureza que nos foi legada por Adão desce às suas piores manifestações, ela não chega tão baixo como no rock. É preciso como que um auxílio especial, vindo das profundezas do inferno, para rolar até esse estágio.

Foi' para tais manifestações que a mídia brasileira convidou insistente mente os jovens (e não jovens) quando anunciou de todos os modos as apresentações, em São Paulo e Rio, do conjunto Rolem Stones, em janeiro e fevereiro últimos. E dedicou-se depois a fazer uma propaganda maciça delas.

Como acontece em todos os processos de decadência, a regra é piorar cada vez mais. Assim os Stones - ou os que os dirigem - parecem ter requintado - seu satanismo, ainda mais do que os Beatles.

 Mick Jagger, chefe dos Stones, declarou: "os Beatles eram tão cínicos como nós, mas foram preparados para aparecer arrumadinhos .... nós fomos feitos para ser a versão perversa deles".

No Pacaembu, em São Paulo, ao apresentar a música Sympathy for the Devil (Simpatia para com o demônio), de repente, luzes vermelhas foram projetadas sobre o palco e a platéia, e uma série de bonecos infláveis começaram a surgir do nada, com aparências diversas: um padre, um lobo, um Elvis Presley etc. Tratava-se de "um verdadeiro ritual satânico, marcado pelo pulso- hipnótico do ritmo", comentou um jornal. O que faz dentro disso a figura de um padre, senão acentuar a blasfêmia?

Num outro número, o chefe da banda, Mick Jagger, contracenava com uma - uma figura que aparecia num telão, metade mulher, metade diabo!

Cenas declaradamente pornográficas não faltaram, por exemplo quando uma das vocalistas "fez gestos sexuais para o pianista", o qual passou a tomar         com ela atitudes abertamente indecentes. Jagger também apresentou, com a vocalista Lisa Fischer "uma sensual coreografia no palco"

Como introdução aos Stones e seguindo a mesma trilha deles, conjuntos nacionais se apresentaram também. Assim, acentuando a nota de blasfêmia, a cantora Rita Lee apareceu no palco envolta num manto azul e portando coroa semelhantes aos da imagem de Nossa Senhora Aparecida. E logo depois, como parte do mesmo show, fez desfilar no palco uma modelo inteiramente nua.

Essa conaturalidade com a - pornografia e, pior ainda, com - a blasfêmia e o satanismo,-foi oficialmente promovida e abertamente propagandeada em São Paulo e no Rio como se fossem "divertimento" para a juventude. Tal é o mundo em que vivemos, Não se tenham ilusões a respeito! -

Além disso, no público, houve numerosas brigas, narizes sangrando, porte de drogas, bebedeira, incidentes de todo tipo que causaram grande movimento nos postos policiais e de saúde. E isso é "divertimento" ... -  Um jornalista comenta: "quem vai ver os Rolling Stones invoca uma certa simpatia pelo diabo, sempre".

O que é que tudo isso prepara? Convém pensar a respeito ...

Uma nota curiosa. Como se uma maldição acompanhasse o rock, a chuva com raios - foi tão abundante        que prejudicou seriamente as apresentações, danificou instrumentos, além de diminuir consideravelmente o número e o frenesi do público presente. O Pacaembu virou uma lagoa.


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