Ontem anglicanos, hoje católicos
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A Realidade Concisamente

Ontem anglicanos, hoje católicos

Em Arlington, cidade texana perto de Dallas, nos Estados Unidos, uma paróquia inteira da igreja Episcopal converteu-se ao Catolicismo. A nova paróquia católica chamar-se-á Santa Maria, a Virgem.

Como se recorda, em 1979, houve a "consagração" episcopal de uma mulher. A partir de então, crescente número de episcopalianos (como são conhecidos os Anglicanos nos Estados Unidos) têm abandonado essa igreja protestante. Muitos pediram admissão na Igreja Católica não só naquele país, mas também no Canadá, na Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia.

Na Etiópia, um passado de horrores

Em 1991, caiu o regime marxista do coronel Megistu. Pouco a pouco começa a ser revelado o passado de horrores que assolou a Etiópia desde a implantação do regime comunista em 1974.

Entre 1976 e 1978, cem mil suspei­tos de atividades "contra-revolucioná­rias" foram presos, torturados e assas­sinados impiedosamente.

Além disso, entre 1984 e 1985, mais de um milhão de etíopes morre­ram de fome em conseqüência da política de despovoar áreas rurais in teiras que haviam se insurgido contra a brutalidade do governo vermelho de Adis-Abeba.

O recente exemplo da Etiópia vem, mais uma vez, desmentir a gros­seira mentira de que o Partido Comu­nista é amigo e protetor da classe operária e dos pobres!

Privatizações no Brasil: passo de tartaruga?

Seminário há pouco realizado no Rio de Janeiro, promovido pela Bolsa de Valores carioca, concluiu que o atual Governo não está sendo claro em suas posições a respeito da lenti­dão com que, nas primeiras semanas a nova administração em Brasília vem tratando o processo de privatizações do País.

O ministro do Planejamento José Serra recebeu as conclusões do Semi­nário que deseja que o programa de privatizações seja acelerado, a fim de reduzir o calamitoso déficit público federal.

A "Igreja do Silêncio" na China comunista

Não se sabe bem por que artifício certo tipo de mídia, persiste modo contumaz, em encobrir a perseguição religiosa empreendida na China vermelha.

O pais costuma ser apresentado como paradigma de crescimento ecomico e de boas oportunidades para grandes negócios das empresas ocidentais

Produtos Made in China podem ser encontrados, em geral a preços irrisórios, mas cuja qualidade e durabilidade deixa a desejar.

Não se fala do traba­lho escravo que chineses encarcerados realizam sob condições de vida sub-humana. Também é silenciado por certa imprensa a situação dos católicos chineses.

O regime de Pequim criou e tem mantido uma assim denominada "Associação Patriótica de Católicos Chineses", cismática, pois seus (pou­cos) bispos e clero não reconhecem a Santa Sé.

Não obstante essa de­plorável situação, existe sub­terraneamente um clero fiel a Roma que vive em regime de catacumba como ao tempo das perseguições dos Césares.

Recentemente, 71 semi­naristas submissos ao Papa fo­ram ordenados sacerdotes em cerimônias secretas nas pro­víncias de Fujian, Hebei e Hei­longjiang.

Os estudantes católicos recebem às escondidas aulas de Filosofia e Teologia, após árduas jornadas de trabalho durante o dia, como operários em fábricas estatais.


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