Lá e cá..."soldados" da droga
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Imagem/Frase em painel

A inveja coloca no coração do homem uma corda, cuja outra ponta está no fundo dos infernos

Plinio Corrêa de Oliveira

Um amigo é alguém que gosta de você apesar de seu sucesso

Murilo Felisberto

[O medíocre] vive cometendo pequenas infâmias que, à força de serem pequenas, não têm aparência de serem infames. Ele se sente apoiado na multidão dos que lhe são parecidos

Ernest Helio

A inveja é a conspiração de um só contra a grandeza de todos

Marc Esecholier

O homem que diz não ser feliz poderia pelo menos tornar-se tal através da felicidade de seus amigos ou seus próximos. A inveja lhe tira este último recurso

Jean de Ia Bruyere

Lá e cá...soldados" da droga

 

Cabeça raspada, uniforme militar, posição de sentido e perfilados. Quem serão os meninos que figuram na foto ao lado, cuja idade, em média, é de 10 anos? O leitor talvez tenha pensado em alguma guarda-mirim, sem excluir a hipótese de escola preparatória militar ou policial de país asiático. Enganou-se. Trata­-se dos mais jovens componentes de um exército de 20 mil homens, que defendem o Estado clandestino do "Triângulo de Ouro", cujo chefe é o famigerado senhor mundial do ópio, Khum Sa. Situada em território birmanês, e próxima das divisas com a Tailândia, o Laos e a China, Ho Mong - a cidadezinha de Khum Sa, com 5 mil habitantes - controla 60% da produção de ópio da Mianmá e abriga um centro de treinamento militar. Os camponeses pobres da região entregam seus filhos a Khum Sa, pois consideram a participação no "exército do ópio" e o aprendizado na escola do centro para-militar uma "promoção social" ...

- "Aberrações em povos asiáticos pagãos", dirá talvez algum leitor.

Por certo, o paganismo não é estranho à absurda posição moral assumida pelos camponeses da região de Ho Mong e seus filhos, em considerar "normal" aquela atividade. Tal aberração, porém, não é exclusiva do paganismo oriental. Ela existe, em grau menor e circunstâncias distintas, também no Ocidente ex-­cristão. Os chefes do narcotráfico nas favelas cariocas, em Medelin ou Cali, na Colômbia, embora não sejam Khum Sa, mantém igualmente como que "territórios livres", dentro dos quais exercem até "poderes policiais". E, muitas vezes, utilizam-se de crianças para o tráfico, as quais fazem lembrar os soldadinhos do "Triângulo de Ouro".

Lá e cá, "soldados" da droga. Frutos do paganismo asiático e do neopaganismo ocidental!

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