Dezembro de 2008
Proteção milagrosa
Correspondência

 

Proteção milagrosa

Levo sempre numa correntinha a minha Medalha Milagrosa de Nossa Senhora. Acho que muitas coisas ruins que quase aconteceram comigo não se realizaram por causa da proteção d´Ela. Já ouvi falar de muitos casos de pessoas que foram protegidas pela Medalha Milagrosa, até mesmo cura de câncer. Já ouvi falar da tentativa de um seqüestro, que não ocorreu porque a vítima tinha na sua bolsa uma Medalha. Também um caso de roubo que não se realizou, casos de curas, de desastre de automóvel em que o carro ficou todo arrebentado e nada aconteceu com as três pessoas que estavam dentro, nenhum arranhão elas tiverem. As pessoas precisariam saber mais dessas coisas.

(A.M.M. — RN)

A solução por excelência

Essa Medalha deveria ser muuuiiito mais distribuída no Brasil. As autoridades só ficam prometendo soluções, mas apenas criam mais problemas. Elas poderiam, ao menos, dar os meios pecuniários para que as associações religiosas e as famílias pudessem entregar uma Medalha Milagrosa para cada brasileiro. Quantos problemas pessoais, familiares, e mesmo da Nação, não poderiam ser resolvidos?

(L.O. — PA)

Graça de conversão

Meu nome é Raquel, eu li a matéria sobre a verdadeira história de Nossa Senhora das Graças, e confesso... ocorrem milagres até hoje... pois, só de ler essa matéria, eu me converti.

(R.D. — RJ)

Graças de Nossa Senhora

Nasci no dia 17 de novembro, mesma data em que nasceu a rainha Santa Izabel. Como minha mãe chamava-se Izabel, ela verificou uma outra data mais próxima, que foi 27 de novembro, dia de Nossa Senhora das Graças. Por isso meu nome é Maria das Graças em homenagem a Ela. Tenho devoção a Santa Izabel e a Nossa Senhora das Graças, e reconheço que sou muito abençoada!

(M.G.R.O. — SP)

A Medalha nos EUA

Sou brasileira, atualmente residindo nos Estados Unidos. Achei o site da revista Catolicismo através de uma pesquisa no Google sobre a Medalha Milagrosa. Gostei muito dos artigos oferecidos. Parabéns pelo trabalho!

(C.S. — EUA)

Que graças pedir?

Gostei muito da história de Nossa Senhora das Graças e de Santa Catarina Labouré, como contam na revista de novembro. Gostaria de saber o que é preciso fazer para receber as graças da Medalha Milagrosa e que tipo de graça devemos pedir.

(V.F.A. — AM)

Resposta da redação:

É recomendável portar com devoção e sempre a Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças. Pode-se levá-la no pescoço, no bolso, na carteira ou no chaveiro. Convém tê-la em casa, no trabalho ou no automóvel. Sempre que for colocá-la ou tirá-la, recomenda-se osculá-la e rezar a jaculatória inscrita na própria Medalha (“Ó Maria Concebida Sem Pecado, Rogai Por Nós Que Recorremos A Vós!”).

Convém pedir as graças que mais se necessite, por exemplo, a conversão de alguém ou a graça de santificação própria, bem como a de abandonar os vícios, evitar as situações pecaminosas. Podemos pedir benefícios não apenas de ordem espiritual, mas também de ordem material, como bom emprego, auxílio nas dificuldades financeiras, saúde, proteção para os filhos, parentes, etc. Resignadamente subordinando-se à vontade de Deus, podemos pedir tudo — tanto para nós como para nossos conhecidos; tanto para o País como para o mundo e a Igreja. Pedir com toda confiança, por mais difícil que pareça, deixando nas mãos puríssimas de Maria o que Ela julgar mais conveniente. Ela é nossa Mãe, e melhor do que ninguém conhece nossas necessidades. Entretanto, Ela deseja que lhe dirijamos nossas súplicas com humildade, mas também insistentemente.

Mundo de ponta-cabeça

Meu Deus! Abro quase todas as manhãs o jornal, e não consigo acreditar no que estou lendo e vendo. Fico com a impressão de que ainda não estou acordada, que estou tendo pesadelos. Mais ou menos como alguém que vivesse naquelas casas construídas de ponta-cabeça. Dentro desse mundo de ponta-cabeça, vejo fantasmas girando, zumbindo e fazendo caretas em torno de minha cabeça. Vejo o venezuelano Hugo Chávez, um presidente fazendo palhaçadas, envergonhando o povo da Venezuela. Vejo um Evo Morales envergonhando os bolivianos, humilhando o Brasil com os seus desaforos e fazendo exigências absurdas, e nosso presidente se curvando às exigências. Vejo um Corrêa repetindo as sem-vergonhices do Morales, pois, como o Brasil cedeu, o presidente equatoriano também quer tirar um naco de nosso País. Agora aparece outro presidente, o do Paraguai, seguindo os passos de Morales na questão de Itaipu. Aliás, um presidente que é bispo?! Não estou mesmo tendo pesadelos?!

A solução tem sido fechar o jornal e abrir a revista Catolicismo. Muitas vezes fecho o jornal, falando sozinha: esses países estão sem governo? Quando abro o Catolicismo, vejo que, mesmo quanto às notícias “pesadeliformes”, as análises são inteligentes e lógicas, o que coloca minha cabeça em ordem. Em questões alarmantes que a revista publica, sempre aponta para um rumo acertado. O Catolicismo tem sido meu manual de sobrevivência nesta casa enorme feita de ponta-cabeça, que é o mundo de hoje.

(I.L.V. — MG)

Aparições de Nossa Senhora

Gostei muito do artigo sobre as aparições de Nossa Senhora, pois, além de relatar a importância das aparições, são sempre em defesa da vida e da fé no seu Filho Jesus Cristo.

(A.N.S. — BA)

Reagindo aos absurdos

Não gosto dos sem-terra e de todos os outros “sem”. Dizem que isto é ser reacionário. Contudo não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando o trânsito de ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando impedir o lento progresso do Brasil. Sou reacionário?

Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenas nas fronteiras de nosso País, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios, aculturados e (muito bem) preparados no exterior para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil. Sou reacionário?

Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros, parando o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros, se não agilizarmos as novas construções). Sou reacionário?

Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países.

Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e que estamos pagando com juros altíssimos. Sou reacionário?

Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto de governantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo.

Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim, racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo passar por negros. Sou reacionário?

Não gosto da farta distribuição de bolsas tipo família, vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos, com seus filiados corruptos, possam se perpetuar no poder. Sou reacionário?

Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados, como no caso do mensalão. Sou reacionário?

Hoje não se pode mais deixar os filhos trabalharem com idade inferior a 18 anos, mas se pode deixá-los sair para festinhas e “raves”, beber e consumir drogas. Eles podem roubar e até mesmo matar sem serem devidamente punidos pelas faltas (somente medidas sócio-educativas) cometidas; com 21 anos, já estão de novo na rua para cometerem novos crimes. Estou velho?

Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções a respeito disso.

Estou mais velho que o Oscar Niemeyer. Ele ainda acredita em comunismo! Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carro e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho, por ser amado por minha mulher. Nada mais me comove... Estou bem envelhecido!

Bem, sou um brasileiro “reacionário”, indignado com a bandidagem existente neste País.

(J.A. — RJ)