Outubro de 2006
Escolas inglesas deixam de ensinar distinção entre bem e mal
A Realidade Concisamente

-Ex-homossexuais arrependidos: é possível abandonar a sodomia

Nos EUA, ex-homossexuais lideram um protesto contra a American Psychological Association (APA), que sustenta sob especiosos sofismas que não se pode abandonar esse vício antinatural. O grupo Focus on the Family qualificou de “hipócrita” a posição político-ideológica da APA, pois a instituição se apresenta como científica. “O fato é que dezenas de milhares de homens e mulheres como eu superaram a homossexualidade. Nós somos a prova viva” –– disse Alan Chambers, presidente de Exodus International, grupo de pessoas que abandonaram essa forma de atos contra a natureza.

-Tragédia desmente utopismo ecologista

Steve Irwin

Um certo ecologismo irênico, muito pouco conhecedor da natureza, faz pensar que os bichos são sempre “bons” se tratados com carinho. Recente tragédia de impacto mundial desmentiu essa falácia. O naturalista australiano Steve Irwin morreu vítima de uma raia, que lhe feriu o coração enquanto tentava ousada filmagem no litoral da Austrália. É necessário que o homem exerça seu reinado sobre os animais, favorecendo os benéficos, eliminando os perigosos e selecionando os demais. Mas o ecologismo revolucionário revolta-se contra esta supremacia da natureza humana, fundada nas Sagradas Escrituras, na ordem do Universo e no próprio bom senso.

"Casamento” homossexual divide pré-candidatos na França

 
Nicolas Sarkozy e a pré-canditada socialista Ségolène Royal

Nicolas Sarkozy, ministro de Interior da França e pré-candidato presidencial, defendeu em Marselha a família tradicional e censurou a adoção de crianças por homossexuais, segundo noticiou o periódico “Libération”, de Paris. O ministro percebeu a vantagem eleitoral da posição, sobretudo após receber milhares de cartões de aderentes da associação Avenir de la Culture, reafirmando o direito de professar a doutrina tradicional da Igreja na matéria. Em sentido contrário, a pré-candidata socialista Ségolène Royal anunciou que institucionalizará o aberrante “casamento” sodomita e a adoção de crianças por casais homossexuais. Ela tem caído nas pesquisas.

-Escolas inglesas deixam de ensinar distinção entre bem e mal

Pelo novo currículo oficial, os mestres ingleses não ensinarão mais a distinção entre o bem e o mal, o verdadeiro e o falso, mas inculcarão pseudo-valores relativistas. Também foram abolidas as referências ao bem comum. As novas linhas foram expostas por Ken Boston, chefe executivo do Qualifications and Curriculum Authority (QCA), noticiou “The Times”, de Londres. Sem a fundamental distinção entre o bem e o mal, entre o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, todas as formas de crime, ignorância e horrores podem grassar entre os homens; em conseqüência, a sociedade ficará insustentável.

-EUA: 15 estados ampliam direito à legítima defesa

No período de um ano, 15 estados americanos aprovaram leis que expandem o direito de legítima defesa, aumentando as possibilidades de resistência armada das vítimas em perigo de morte, noticiou o “The New York Times”. Os cidadãos responsáveis e associações como a National Rifle Association se rejubilaram. Mas os partidários do desarmamento reagiram à nova legislação com sarcasmos e desprezos, deplorando que se permita o direito natural de usar armas de fogo para defender a propriedade privada.

-Conferência mundial sobre a AIDS volta-se contra a família

Bill Bates e o ex-presidente Clinton

Os responsáveis intelectuais pelos sucessos de Uganda (África) no combate à AIDS condenaram a conferência internacional sobre essa epidemia reunida em Toronto, Canadá. Denunciaram o ódio de fundo anticristão manifestado na ocasião contra a continência sexual, a maternidade e a família.

Durante o evento, pediu-se a legalização da prostituição e a liberalização do consumo de drogas pesadas, além da rotineira apologia imoral dos preservativos e da educação sexual em voga, que habitualmente aniquila a inocência das crianças na mais tenra idade. Até o miliardário Bill Gates — um dos promotores do encontro — foi violentamente vaiado ao mencionar o programa ABC, que inclui a continência e a fidelidade conjugal.

-Ossadas confirmam sacrifícios humanos coletivos entre os índios

 
Execução ritual registrada no Códice Magliabechiano

Arqueólogos desenterraram perto da cidade do México os restos de aproximadamente 550 pessoas sacrificadas ritualmente pelos sacerdotes aztecas, que queriam deter a chegada dos espanhóis em 1520. As vítimas foram guardadas em gaiolas durante meses, tiveram os corações arrancados, os ossos foram fervidos e os crânios escalpelados. Com freqüência os restos mortais ainda palpitantes eram devorados por bruxos e demais indígenas. A satânica chacina durou seis meses. Esses sacrifícios coletivos eram comuns entre índios antes da evangelização das Américas. Apesar disso, a neomissiologia comuno-progressista pretende que a cultura indígena é a boa, e que os males começaram com a ação evangelizadora dos missionários católicos, após a descoberta do continente americano.

-Manipulação de células-tronco embrionárias é imoral e anti-ética

 

A empresa Advanced Cell Technology anunciou ter desenvolvido um método “ético” para coletar células-tronco de embriões humanos sem destruí-los. Porém, Mons. Elio Sgreccia, da Pontifícia Academia pela Vida, mostrou que esse método é incompatível com a moral da Igreja. O prelado sublinhou que a simples experimentação com embriões é imoral, e que os cientistas devem desenvolver os métodos que usam as células-tronco de adultos, aprovados pela Igreja.


Breves Religiosas

-Ecologia dá novo fôlego à Teologia da Libertação

Padre Gustavo Gutiérrez

A Teologia da Libertação ganhou novo impulso no congresso reunido em Lima pela Conferência de Religiosos e Religiosas do Peru (CONFER), filiada à Confederação Latino-americana de Religiosos e Religiosas (CLAR), que tem correspondente no Brasil. O congresso não tinha aprovação eclesiástica e foi presidido pelo patriarca dessa teologia subversiva, o Padre Gustavo Gutiérrez. Na ocasião, o beneditino Simón Arnold defendeu uma “re-fundação da Igreja” e uma “re-fundação das congregações religiosas com base numa teologia da libertação renovada” que inclua temas novos “como a ecologia”.

Bispa” e "bispos" homossexuais entre episcopalianos

O Cardeal Walter Kasper, presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, declarou que se os anglicanos nomearem “bispas”, o diálogo e a unidade no ecumenismo ficará “inatingível”. Pouco depois, a “bispa" de Nevada, Katharine Jefferts Schori, foi eleita primaz da igreja episcopaliana (nome dos anglicanos nos EUA). Nessa ocasião, a cúpula dessa confissão religiosa decidiu que não “sagraria” mais “bispos” homossexuais. Na realidade, como tais "bispos" não têm o verdadeiro sacramento da Ordem, nenhum deles é autenticamente bispo ou sacerdote.