Catolicismo - Acervo
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(continuação da página 7)

muito o incentivou durante seus estudos sacerdotais —, escolheu-o para padrinho da Ordenação.

Nascido à sombra do Carmelo, no bairro das Perdizes, em São Paulo, foi ordenado na basílica dos Carmelitas da Antiga Observância, também na capital paulista, em cuja Ordem Terceira depois ingressou com o nome de Irmão Bernardo Maria de Claraval.

Celebrou sua primeira Missa no Carmelo de Santa Teresa, da capital paulista, mantendo sempre, ao longo dos anos, íntimo contato com o Carmelo do Imaculado Coração de Maria e Santa Teresinha.

O recém-ordenado sacerdote ficou incardinado na diocese de Jacarezinho, cujo bispo era então o mesmo prelado que o ordenara. Nomeado professor do seminário menor da diocese, depois ecônomo e reitor do seminário, nele promoveu a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e a Nossa Senhora, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort.

Nomeado diretor da Federação das Congregações Marianas em 1958, dedicou-se com entusiasmo, nos dez anos em que permaneceu no cargo, à promoção de retiros durante o carnaval, utilizando o método de Santo Inácio. Nesses dias memoráveis, a diocese de Jacarezinho chegou a ter 15 mil congregados marianos. Foi um dos propulsores da construção do prédio do Seminário Menor Nossa Senhora da Assunção, em Jacarezinho, com projeto do Dr. Benedito Calixto de Jesus Neto.

Em 1968, a convite de Dom Antônio de Castro Mayer, então bispo diocesano, transferiu-se para a Diocese de Campos, no Estado do Rio de Janeiro, exercendo o cargo de capelão da Venerável Ordem Terceira do Carmo. Foi nomeado depois Vigário Ecônomo da Paróquia de São José, em Cardoso Moreira, cidade da mesma diocese. Exerceu ainda as funções de vigário ecônomo da igreja matriz de Nossa Senhora do Terço, na mesma cidade episcopal, e Reitor do Seminário Maior de Maria Imaculada.

Em 1969, enquanto vigário da Matriz de Nossa Senhora do Terço, em Campos, Mons. José Luiz, desejoso de promover a devoção a Nossa Senhora das Lágrimas, velha tradição no Brasil e em sua família, formou, com um grupo de senhoritas suas dirigidas, uma associação com o mesmo nome. Tinha ela como finalidade, além da oração pela Igreja e pelo que resta de Cristandade nesta época tão conturbada, o estudo de documentos pontifícios, Cartas Pastorais, artigos e circulares de Catolicismo, tudo feito à luz do ensaio do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução. Aos poucos, com as bênçãos de Nossa Senhora, outras jovens foram se unindo às primeiras, ampliando as fronteiras do grupo original. Embora leigas, elas vivem o ideal religioso e apostólico, dedicadas à oração, ao estudo e aos trabalhos manuais, como escravas de amor que são da Santíssima Virgem, segundo São Luís Maria Grignion de Montfort.

* * *

Em 1975 Mons. Villac transferiu-se para São Paulo, a fim de dar assistência religiosa aos membros e amigos da TFP daquela cidade, o que ele fez ao longo de vários anos com denodada dedicação e piedade.

Desde 1989, embora residindo em sua fazenda em Ribeirão Claro, continua dando assistência religiosa a seus velhos companheiros de luta, discípulos do inesquecível fundador da TFP.

Legenda: Família Villac


PROPAGANDA

Paraná na 'agenda indígena' -
Vítimas: Guaíra e Terra Roxa

Nelson Ramos Barretto – Paulo Henrique Chaves

Por que 'índios brasileiros' circulam em motos emplacadas no Paraguai ???

Um verdadeiro tsunami demarcatório de terras indígenas (que já somam 13% do território nacional) atropela o direito de propriedade por meio de simples decretos e portarias, sem nenhum amparo constitucional.

Os autores do presente trabalho visitaram alguns anos atrás a reserva indígena Raposa/Serra do Sol, no Estado de Roraima, estiveram depois em Mato Grosso do Sul, onde novas reservas podem alcançar 12 milhões de hectares, e acabam de voltar do rico e dinâmico Oeste do Paraná.

Também esta região, agraciada por suas excelentes terras roxas altamente produtivas, não escapou da fúria do tsunami em curso. Ela é a sua vítima do momento, de modo particular os municípios de Guaíra e Terra Roxa, situados à margem do rio Paraná, na fronteira com o Paraguai.

Conheça o drama e os comovedores relatos de famílias ameaçadas e perseguidas neste momento tormentoso da vida agrícola do Brasil.

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