Cardeal Willem Eijk, arcebispo de Utrecht
Cardeal Willem Eijk, arcebispo de Utrecht
Autodemolição Da Igreja

O relatório do Grupo de Estudo 9 do Sínodo sobre sinodalidade favorece o pecado homossexual

O artigo critica o processo sinodal associado ao Papa Francisco, alegando que ele busca tornar a Igreja mais igualitária e alterar sua estrutura tradicional. Sustenta que documentos recentes relativizariam doutrinas e normas morais católicas ao adaptar a interpretação da fé às mudanças culturais. O texto condena especialmente a aceitação de relacionamentos homossexuais, apresentando-a como ruptura com a Revelação, a lei natural e o ensinamento histórico da Igreja. Por fim, acusa o processo de promover ideias modernistas e relativistas, mas afirma que os fiéis devem permanecer firmes na fé e confiar no triunfo do Imaculado Coração de Maria.
Luiz Sergio Solimeo

O processo sinodal tenta destruir o dogma e a moral católica

O processo sinodal inaugurado pelo Papa Francisco está trabalhando para a trans­formação completa da Igreja Católica por ele desejada: “Mas nesta Igreja, como numa pirâmide invertida, o vértice encontra-se abaixo da base. Por isso, aqueles que exercem a autoridade chamam-se ‘ministros’, porque, segundo o significado original da palavra, são os menores no meio de todos.”1 Em outras palavras, a “Igreja Sinodal” do Papa Francisco será uma igreja igualitária.

Mas não serão apenas as estruturas da Igreja — sua sociedade visível e hierárquica — que serão abaladas. Sua própria missão de salvar almas e formar uma ci­vilização cristã será posta de cabeça para baixo, sua doutrina e moral estarão alinhadas com as modas e os erros do mundo, ao contrário do que diz o Apóstolo: “Não se conformem a este mundo” (Rom. 12, 2).

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