Editorial
Editorial - junho de 2026
O texto alerta para a rápida “normalização” de práticas corporais outrora vistas como hediondas — tatuagens, piercings e agora implantes de chifres, dentes vampirescos, língua bífida, tatuagem no globo ocular e mutilações. Mostra que, num clima de relativismo moral e Revolução Cultural, tais costumes podem tornar‑se socialmente aceitos, apesar de já haver 32% de brasileiros tatuados e numerosos danos físicos e morais. A revista anuncia, por isso, um estudo de capa para revelar o “outro lado” da tatuagem, inclusive sua dimensão imoral e satânica, conclamando os católicos a reagir. No pós-escrito, lembra o conselho de um monsenhor: em vez de “pichar” o corpo com imagens sagradas, levar medalhas e um terço consigo.