Ponto De Vista
Qualquer semelhança, não é mera coincidência
O artigo mostra que o plano político aplicado hoje em Cuba sob Miguel Díaz-Canel repete a estratégia já denunciada por Prof. Plinio em 1969 sobre Fidel Castro. Diante de fracassos econômicos e diplomáticos, o regime cogitaria suavizar sua imagem, falando em “coexistência pacífica” para ganhar tempo e apoio externo. Inclusive, poderia até trocar o ditador por outro líder comunista para dar aparência de mudança. No fundo, trata-se de um artifício para prolongar a vida do regime marxista, como também se viu recentemente na Venezuela.