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Flutuando dentro da alegria de ser
O artigo parte da contemplação do canto alegre do bem-te-vi para refletir sobre uma forma de alegria pura e desinteressada, “a alegria de existir”. O autor compara esse canto ao comportamento de um grupo de meninos em férias, cheios de vida, inocência e sonhos, “pipilando” como passarinhos às portas das aventuras da vida. Essa espontaneidade juvenil lembra aos adultos o bem profundo e esquecido que existe em suas próprias vidas. Ver essas crianças é como um “refrigerante” da alma, que desperta memórias de beleza e de esperança obscurecidas pelas provações do cotidiano.