Discernindo
BATALHA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
Caravana do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira testemunha crescente devoção ao Santíssimo Sacramento em Corumbá de Goiás, símbolo de um autêntico “ressurgimento católico” nas igrejas do Brasil. Em contraste, o teólogo Guillermo Jesús Kowalski acusa essa adoração de ser “regressão espiritual” e “espiritualidade privatizada”, ecoando categorias da teologia da libertação. O autor rebate, mostrando a incoerência de considerar “grupo privilegiado” até o pobre simples que reza diante da Hóstia, e recorda a condenação da teologia da libertação marxista. Com base em Dom Chautard e na tradição da Igreja, defende que a adoração ao Santíssimo é a alma do verdadeiro apostolado, ilustrando com a bênção eucarística diária em Viena como símbolo da batalha do Santíssimo ao longo dos séculos.