Execução Luís Segura Vilchis
Execução Luís Segura Vilchis
Capa

VIVA CRISTO, REI! - Jovem engenheiro mexicano, mártir do comunismo, autêntico modelo de herói católico: Luís Segura Vilchis.

O artigo narra o martírio do jovem mexicano Luís Segura Vilchis, participante da resistência cristera contra o regime anticatólico. Preso e executado sem julgamento, enfrentou a morte com serenidade, bradando: “Viva Cristo Rei!”. O texto o apresenta como modelo de jovem católico, dotado de fé, coragem, nobreza e domínio de si. Sua preparação espiritual e aceitação do sofrimento permitiram-lhe encarar o fuzilamento sem medo ou desespero. Por fim, sua morte é celebrada como testemunho heroico de amor a Cristo e esperança na glória eterna.
Plinio Corrêa de Oliveira

“Viva Cristo, Rei!”. Tal era o brado que, nos anos 20, abria as portas do Céu e da glória eterna para muitos dos mártires durante a resistência católica no México.

Os mártires cristeros, que participaram heroica­mente de tal resistência, bradavam-no ao serem fuzi­lados pelo regime comunista contra o qual lutavam: um regime tirânico, que fechou as igrejas, perseguiu a Religião católica e semeou a desgraça sobre a Nação amada por Nossa Senhora de Guadalupe.

Luís Segura Vilchis [o jovem que aparece nas foto­grafias deste artigo] não foi submetido a um julgamento. Sem qualquer aviso prévio, foi ele retirado do cárcere para enfrentar o pelotão de fuzilamento. Esse jovem também deu aquele glorioso brado, quando foi alvejado pelos tiros de seus executores. Contra ele fora lançada a acusação de conspirar contra a vida do ímpio ditador Álvaro Obregón [um dos principais chefes anticatólicos do México].

...

Quer ler o artigo completo?

Assine a Revista Catolicismo e tenha acesso a todos os artigos e edições exclusivas.

Artigos Relacionados

CRISTEROS  -   EXEMPLAR EPOPEIA DE GUERRA JUSTA Capa

CRISTEROS - EXEMPLAR EPOPEIA DE GUERRA JUSTA

O artigo relembra a Cristiada, revolta católica mexicana iniciada em 1926 contra a perseguição anticlerical e socialista do governo de Plutarco Elías Calles. Os Cristeros, organizados por associações católicas, defenderam a liberdade religiosa primeiro por meio da propaganda e do boicote, e depois pela resistência armada. Inspirados pelo Sagrado Coração de Jesus e pelo reinado social de Cristo, lutaram sob os brados “Viva Cristo Rei!” e “Viva Nossa Senhora de Guadalupe!”. Apesar de vitórias militares e numerosos atos de heroísmo e martírio, a revolta terminou com acordos desfavoráveis e novas perseguições aos católicos. O texto conclui que, mesmo aparentemente derrotados, os Cristeros deixaram um exemplo duradouro de fé, coragem e defesa da Igreja.

Cesar Franco
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, OU O MUNDO EM PERIGO? OCULTISMO NO CERNE DA IA Capa

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, OU O MUNDO EM PERIGO? OCULTISMO NO CERNE DA IA

O texto alerta que a expansão da inteligência artificial representa riscos à privacidade, às relações humanas, ao pensamento crítico e à própria dignidade da pessoa. Também critica o transumanismo, que pretende fundir humanos e máquinas e alcançar uma espécie de imortalidade material, afastada de Deus. Segundo o autor, a IA pode facilitar a disseminação do mal, do ocultismo, da manipulação e de comportamentos prejudiciais à sociedade. Por isso, defende maior prudência diante da tecnologia e adverte que seu uso sem limites pode ameaçar a verdade, a liberdade e a vida espiritual.

Jeanne Smits
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL    -    VISTA SOB O PRISMA CATÓLICO Capa

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - VISTA SOB O PRISMA CATÓLICO

A inteligência artificial está presente no cotidiano, mas o texto alerta que deve ser analisada à luz dos princípios católicos. Segundo o autor, ela pode substituir a reflexão, enfraquecer o pensamento crítico e afetar a identidade e as relações humanas. O texto destaca que a IA produz dados, não conhecimento verdadeiro, podendo gerar erros e influenciar decisões importantes. Por fim, adverte sobre seus riscos morais e espirituais, defendendo que os católicos preservem a fé, a razão e a responsabilidade pessoal.

John Horvat
TATUAGENS   -   Satanás pretende marcar nossos filhos? Capa

TATUAGENS - Satanás pretende marcar nossos filhos?

Catolicismo apresenta um estudo inédito, adaptado à realidade brasileira, sobre o fenômeno atual das tatuagens, hoje presentes em cerca de um terço da população. O texto mostra como uma prática antes marginal se vulgarizou, inclusive entre figuras públicas, seminaristas e mães de família, e pergunta que riscos representa para corpo e alma. Analisa a origem pagã e ritual da tatuagem, sua história ligada ao submundo (prisões, gangues, máfias, comunidades LGBT) e os riscos concretos à saúde, pouco conhecidos do grande público. Conclui que a tatuagem é incompatível com a visão cristã do corpo, alertando pais e avós a orientar e, se preciso, advertir os jovens, para que não assumam marcas permanentes das quais possam se arrepender.

Atilio Faoro