EDITORIAL – Outubro de 2026
No dia 3 de outubro completam-se 800 anos da morte de São Francisco de Assis, ocorrida em 1226. Para ressaltar esta importante efeméride, a matéria de capa desta edição contempla a riquíssima grandeza do Poverello de Assis. Muito mais do que o santo sentimental, mole e adocicado, amigo bonzinho dos animais e da natureza, como tantas vezes o apresentam de modo desfigurado os progressistas — que de católicos só têm o nome —, apresentamos São Francisco como ele de fato foi: um homem...
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Editorial
EDITORIAL - Setembro de 2026
Em 1936, duas meninas de Cimbres, no agreste pernambucano, contaram que viram a Santíssima Virgem acompanhada de um Menino, que lhes avisou de tempos difíceis e do risco de o Brasil cair no comunismo. A mensagem, feita em meio à violência dos cangaceiros, pedia oração, penitência e devoção aos Corações de Jesus e Maria para evitar três grandes castigos ao país. Como sinal, surgiu uma fonte de água curativa ao lado da rocha onde a aparição aconteceu, atraindo peregrinos até hoje. O sacerdote José Kehrle investigou o caso, anotando as respostas das meninas e reforçando a urgência de conversão antes que os castigos se cumpram. Assim, a profecia de Cimbres permanece viva, lembrando a importância da fé e da oração.
Editorial
Editorial Agosto de 2026
O editorial relembra a Guerra Cristera, resistência católica ocorrida no México durante a década de 1920 contra um governo ateu e anticlerical. O regime perseguiu a Igreja, proibindo cultos públicos, fechando templos e conventos, confiscando bens e prendendo ou matando religiosos e fiéis. Em defesa da fé, os Cristeros enfrentaram a perseguição com coragem e muitos preferiram morrer a renegar Cristo. O texto conclui que, apesar das tentativas de destruir o Catolicismo, o sangue dos mártires fortalece a Igreja, pois “Deus não morre”.
Editorial
Editorial Julho de 2026
A frase atribuída a Einstein alerta que a tecnologia pode suplantar a interação humana, gerando uma geração menos pensante. Com a IA onipresente, algoritmos “pensam” e “decidem” por nós, atenuando raciocínio, criatividade e discernimento. A dependência excessiva da internet e a sobrecarga de informações falsas – impulsionadas por bots – tornam difícil separar verdade (trigo) de engano (joio). Quem controla esses sistemas de IA detém poder sem precedentes, podendo moldar mentes e limitar a liberdade dos usuários.
Editorial
Editorial - junho de 2026
O texto alerta para a rápida “normalização” de práticas corporais outrora vistas como hediondas — tatuagens, piercings e agora implantes de chifres, dentes vampirescos, língua bífida, tatuagem no globo ocular e mutilações. Mostra que, num clima de relativismo moral e Revolução Cultural, tais costumes podem tornar‑se socialmente aceitos, apesar de já haver 32% de brasileiros tatuados e numerosos danos físicos e morais. A revista anuncia, por isso, um estudo de capa para revelar o “outro lado” da tatuagem, inclusive sua dimensão imoral e satânica, conclamando os católicos a reagir. No pós-escrito, lembra o conselho de um monsenhor: em vez de “pichar” o corpo com imagens sagradas, levar medalhas e um terço consigo.