SUPER PROGRESSO GERANDO CAOS E ESCRAVIDÃO
Há um artigo de Plinio Corrêa de Oliveira para a Folha de S. Paulo, de 10 de maio de 1970, em que ele jocosamente atribuiu como título “Não encontrei título para este artigo”.
Confesso que me sinto numa situação em que esse mesmo título se encaixa perfeitamente para o que desejo exprimir. Vejo-me imerso num caos político, social e religioso espantoso. Sim, o conjunto das notícias da Igreja Católica envolvendo assuntos como a sagração de bispos pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X, a polêmica sobre a Missa Tridentina, a pauta da Sinodalidade, a abertura para o homossexualismo, o questionamento do título de Nossa Senhora como Corredentora do Gênero Humano e outros desvios iguais se misturam num magma difícil de definir, e para o qual não se encontra uma solução efetiva.
O mesmo se passa diante do panorama mundial no qual as relações entre as nações estão mudando de configuração. Conversações que não dão em nada, tratados assinados na véspera e violados nos dia seguinte, acordos que não significam nada, desacordos tomando conta de tudo, guerras em que não se definem nem vencido nem vencedor, ameaças que não se concretizam. Que nome dar a tudo isso? Só pode ser um: a república do caos, que vai tomando conta de tudo e confundindo todas as mentes.
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