Variedades
O Bom Marajá
O artigo narra a história do marajá Jam Saheb Digvijaysinhji, governante hindu de Nawanagar, que durante a Segunda Guerra Mundial acolheu cerca de 600–740 órfãos poloneses, muitos católicos, rejeitados por grandes potências por razões políticas. Após a invasão e partilha da Polônia por Alemanha nazista e URSS, milhares de crianças ficaram sem pátria e sem pais, e a Índia, ainda pobre e sob domínio britânico, foi o primeiro país a oferecer refúgio. O marajá lhes deu casa, alimentação, escola, preservou sua língua, sua identidade polonesa e, com apoio de padres, garantiu-lhes educação e prática da fé católica, criando a “Pequena Polônia” em Balachadi. Seu gesto é apresentado como antítese da desumanidade totalitária soviética e, após a queda do comunismo, ele foi oficialmente homenageado pela Polônia como “Bom Marajá”.
Plínio Maria Solimeo
Há conjunturas históricas nas quais o futuro de muitas pessoas acaba sendo moldado pela determinação de um só homem. Foi o que sucedeu a 704 órfãos poloneses que, não tendo mais a quem recorrer, foram adotados pelo marajá de um pequeno estado da Índia que não só os alimentou e vestiu, mas que, apesar de hindu, fez com que fossem educados na verdadeira Religião de seus maiores. É sua história que aqui contamos.
Pacto Ribbentrop-Molotov
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