Beata Maria  da Divina Providência
Vidas De Santos

Beata Maria da Divina Providência

Virgem e Fundadora, grande devota das almas do Purgatório, fundou uma congregação feminina a elas dedicada, enviou missionárias para a China, e durante sua vida se espalhou por todo o mundo a obra que fundou
Plínio Maria Solimeo

O dogma do Purgatório está muito esquecido pela maioria dos fiéis. Esse esquecimento verdadeiramente deplorável era um grande sofrimento para São Francisco de Sales, que se lamentava: "Ai de mim! Nós não nos lembramos suficientemente de nossos queridos falecidos; sua memória parece terminar com o som dos sinos do funeral".

O Catecismo da Igreja Católica explica: "Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, passam após sua morte por uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrarem na alegria do Céu" (nº 1030).

Os membros da Igreja Padecente não podem mais obter merecimentos por si mesmos, e para isso dependem inteiramente da Igreja Militante. Por isso sempre fez parte do culto católico oferecer preces, sacrifícios e sufrágios pelos falecidos. O Espírito Santo infunde no coração dos fiéis, com a caridade, a devoção às almas do Purgatório. Diz a Sagrada Escritura: "É um pensamento santo e salutar rezar pelos mortos" (Cf. 2Mc 12,42-45).

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Santo Atanásio de Alexandria é apresentado como uma das maiores figuras da “idade de ouro” cristã, íntima do triunfo do Credo de Niceia e chamado “Pai da Ortodoxia” pela sua defesa da Encarnação. Em oposição ao arianismo — heresia que negava a divindade de Cristo e seduziu bispos, imperadores e multidões — Atanásio destacou-se por sua firmeza doutrinária, inteligência, coragem e santidade. Perseguido por hereges apoiados pelo poder político, sofreu calúnias grotescas e foi exilado cinco vezes, mas permaneceu inabalável na fé. Sua vida, profundamente ligada à luta contra o arianismo, tornou-se praticamente a história viva do nosso Credo católico, e a Igreja o venera como grande coluna da verdade.

Plínio Maria Solimeo