Mrinank Sharma, ex-chefe de pesquisa de segurança Anthropic
Mrinank Sharma, ex-chefe de pesquisa de segurança Anthropic
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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, OU O MUNDO EM PERIGO? OCULTISMO NO CERNE DA IA

O texto alerta que a expansão da inteligência artificial representa riscos à privacidade, às relações humanas, ao pensamento crítico e à própria dignidade da pessoa. Também critica o transumanismo, que pretende fundir humanos e máquinas e alcançar uma espécie de imortalidade material, afastada de Deus. Segundo o autor, a IA pode facilitar a disseminação do mal, do ocultismo, da manipulação e de comportamentos prejudiciais à sociedade. Por isso, defende maior prudência diante da tecnologia e adverte que seu uso sem limites pode ameaçar a verdade, a liberdade e a vida espiritual.
Jeanne Smits

Recentemente, diversos executivos de alto escalão de empresas de Inteligência Arti­ficial anuncia­ram suas saídas. Entre eles está Mrinank Sharma, que renunciou ao cargo de chefe de pesquisa de segurança da Anthropic, declarando: “O mundo está em perigo.”

Sua carta de demis­são permanece enigmática: “Continuo pensando sobre nossa situação. O mundo está em perigo. E não ape­nas por causa da inteligên­cia artificial ou das armas biológicas, mas também por causa de uma série de crises interconectadas que estão se desenrolando neste momen­to. Parece que estamos nos aproximando de um limite em que nossa sabedoria precisa crescer na mesma proporção que nossa capacidade de influenciar o mundo, ou sofreremos as consequências.”

Isso foi em 9 de fevereiro. Alguns dias depois, uma ex-funcionária da OpenAI publicou um artigo de opinião no respeitado New York Times expressando preocupação com a quantidade de informações que circulam entre os usuários de chatbots e os próprios chatbots. Tudo é alvo de discussão, segundo Zoë Hitzig: “Seus medos relacionados à saúde, seus problemas de relacionamento e suas crenças em Deus e na vida após a morte.” Para as empresas de publicidade, os dados são, antes de tudo, um passaporte para atrair novos clientes e “manipulá-los”, destaca a Sra. Hitzig.

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