Por que tantos têm tanto medo do renascimento católico?
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Por que tantos têm tanto medo do renascimento católico?

O texto analisa o “renascimento silencioso” do catolicismo nos EUA, com aumento de batismos de adultos, especialmente entre jovens da Geração Z e grupos sociologicamente pouco propensos à conversão (ateus, muçulmanos, intelectuais, celebridades). Céticos progressistas tentam minimizar ou explicar o fenômeno apenas por números ou por vantagens sociais, vendo a conversão como “marcador de elite” ou estratégia de estabilidade e ascensão. O autor critica essas leituras sociológicas, mostrando que ignoram o principal agente da conversão: Deus, cuja graça move as almas a abandonar vantagens materiais e ambientes hostis para abraçar a fé. Chama esse movimento de “toque divino” que rompe narrativas liberais, assusta quem vive como se Deus não existisse e indica que algo extraordinário está em curso na História.
John Horvat

Nos Estados Unidos, com o aumento do número de batismos de adultos, muitos católicos se alegram com a perspectiva do que vem sendo chamado de um renascimento silencioso. Motivo de grande esperança ver tantos jovens ansiosos para aprender mais sobre a fé.

Constitui também ensejo de grande mistério. Os bispos declararam-se perplexos e “desconcertados” com a onda de novos convertidos que entraram em suas igrejas nesta Páscoa. Não se encaixa em novo plano de evangelização. Ninguém parece ter uma explicação para o fato de o catolicismo, especialmente o catolicismo tradicional, estar repentinamente popular entre a Geração Z.

No entanto, há aqueles que poderiam ser chamados de céticos em relação ao renascimento. Eles se sentem incomodados com o que está acontecendo. Esses críticos minimizam a tendência, considerando-a algo interessante, mas sem grande importância. Alguns adotam uma postura de cautela para evitar parecerem exagerados. Outros alertam para o perigo de politizar a tradição católica, questionando, assim, se o Espírito Santo está realmente em ação.

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