Plinio Corrêa de Oliveira e o Coetus Internationalis Patrum no Concílio Vaticano II
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“MILAGRE DE GALLIPOLI” (1910) Intervenções milagrosas de Santa Teresinha do Menino Jesus
Gallipoli, a joia do Jônico na Puglia, tem raízes que remontam a 265 a.C. e exibe um mosaico de estilos arquitetônicos, do bizantino ao barroco. Em 1910, o convento das Carmelitas Descalças enfrentou penúria extrema, quando, segundo as freiras, Santa Teresa de Lisieux apareceu em sonhos e depositou notas de dinheiro que quitaram as dívidas e possibilitaram a reforma da igreja. As cédulas, perfumadas com rosas e encontradas misteriosamente na caixa do torno, foram reconhecidas pelos bispos como milagres, atraindo peregrinos ao mosteiro. Assim, a “Pequena Via” de Teresa transformou o convento de Gallipoli em um centro de devoção e esperança sobrenatural.
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As Cruzadas contradizem o espírito cristão?
A Igreja reconhece que a guerra pode ser moralmente lícita quando obedecem à doutrina da guerra justa, exemplificada por santos como São Bernardo de Claraval e o rei São Luís IX. Os Padres da Igreja, inicialmente críticos ao serviço militar por causa dos cultos pagãos, passaram a tolerar soldados que mantivessem a fé e recusassem a idolatria. Santo Tomás de Aquino sintetizou três requisitos essenciais – autoridade legítima, causa justa e intenção reta – para que o combate não seja pecado. Cristo não nega a guerra, mas a transforma em “espada” espiritual que, em situações de defesa da fé e da ordem, pode se materializar em ação legítima. Assim, um cristão virtuoso pode servir ao exército e lutar, desde que a guerra busque restaurar a paz verdadeira e respeite os critérios da justiça cristã.
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Por que tantos têm tanto medo do renascimento católico?
O texto analisa o “renascimento silencioso” do catolicismo nos EUA, com aumento de batismos de adultos, especialmente entre jovens da Geração Z e grupos sociologicamente pouco propensos à conversão (ateus, muçulmanos, intelectuais, celebridades). Céticos progressistas tentam minimizar ou explicar o fenômeno apenas por números ou por vantagens sociais, vendo a conversão como “marcador de elite” ou estratégia de estabilidade e ascensão. O autor critica essas leituras sociológicas, mostrando que ignoram o principal agente da conversão: Deus, cuja graça move as almas a abandonar vantagens materiais e ambientes hostis para abraçar a fé. Chama esse movimento de “toque divino” que rompe narrativas liberais, assusta quem vive como se Deus não existisse e indica que algo extraordinário está em curso na História.
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RÚSSIA-UCRÂNIA - A guerra religiosa que a mídia oculta
Ao noticiar a guerra de invasão russa da Ucrânia, a grande mídia silencia obstinadamente um fato relevante: está em curso uma guerra religiosa contra a Igreja Católica.