Editorial - junho de 2026
No passado, considerava-se hediondo o uso de tatuagens e de piercings. Era degradante e motivo de vergonha para a família ver um dos seus portar argolas no nariz e nos lábios. Entretanto, tais costumes foram sendo impostos pela ditadura da moda e ‘normalizados’ em nossos dias. Hoje ainda é geralmente considerado horrendo o hábito de se implantar chifres na cabeça e dentes vampirescos, bifurcação serpentiforme da língua, tatuagem do globo ocular, atos de mutilações etc. Mas, como...
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Editorial
EDITORIAL - Setembro de 2026
Em 1936, duas meninas de Cimbres, no agreste pernambucano, contaram que viram a Santíssima Virgem acompanhada de um Menino, que lhes avisou de tempos difíceis e do risco de o Brasil cair no comunismo. A mensagem, feita em meio à violência dos cangaceiros, pedia oração, penitência e devoção aos Corações de Jesus e Maria para evitar três grandes castigos ao país. Como sinal, surgiu uma fonte de água curativa ao lado da rocha onde a aparição aconteceu, atraindo peregrinos até hoje. O sacerdote José Kehrle investigou o caso, anotando as respostas das meninas e reforçando a urgência de conversão antes que os castigos se cumpram. Assim, a profecia de Cimbres permanece viva, lembrando a importância da fé e da oração.
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Editorial Agosto de 2026
O editorial relembra a Guerra Cristera, resistência católica ocorrida no México durante a década de 1920 contra um governo ateu e anticlerical. O regime perseguiu a Igreja, proibindo cultos públicos, fechando templos e conventos, confiscando bens e prendendo ou matando religiosos e fiéis. Em defesa da fé, os Cristeros enfrentaram a perseguição com coragem e muitos preferiram morrer a renegar Cristo. O texto conclui que, apesar das tentativas de destruir o Catolicismo, o sangue dos mártires fortalece a Igreja, pois “Deus não morre”.
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Editorial Julho de 2026
A frase atribuída a Einstein alerta que a tecnologia pode suplantar a interação humana, gerando uma geração menos pensante. Com a IA onipresente, algoritmos “pensam” e “decidem” por nós, atenuando raciocínio, criatividade e discernimento. A dependência excessiva da internet e a sobrecarga de informações falsas – impulsionadas por bots – tornam difícil separar verdade (trigo) de engano (joio). Quem controla esses sistemas de IA detém poder sem precedentes, podendo moldar mentes e limitar a liberdade dos usuários.
Editorial
Editorial Maio de 2026
A Comunhão Reparadora dos Primeiros Sábados foi pedida por Nossa Senhora em Fátima, em 1917, e reafirmada em 1925 à Irmã Lúcia, acompanhada da promessa da salvação eterna. Durante cinco meses consecutivos, no primeiro sábado, os fiéis devem se confessar, comungar, rezar um terço e fazer 15 minutos de companhia a Maria meditando os mistérios do Rosário, em reparação ao seu Imaculado Coração. Apesar da grandeza da promessa, essa devoção ainda não se difundiu amplamente entre os católicos. Trata-se de um simples ato de piedade da nossa parte, mas que obtém de Nossa Senhora a graça incomparável de sua assistência na hora da morte.