Editorial - junho de 2026
No passado, considerava-se hediondo o uso de tatuagens e de piercings. Era degradante e motivo de vergonha para a família ver um dos seus portar argolas no nariz e nos lábios. Entretanto, tais costumes foram sendo impostos pela ditadura da moda e ‘normalizados’ em nossos dias. Hoje ainda é geralmente considerado horrendo o hábito de se implantar chifres na cabeça e dentes vampirescos, bifurcação serpentiforme da língua, tatuagem do globo ocular, atos de mutilações etc. Mas, como...
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Editorial Julho de 2026
A frase atribuída a Einstein alerta que a tecnologia pode suplantar a interação humana, gerando uma geração menos pensante. Com a IA onipresente, algoritmos “pensam” e “decidem” por nós, atenuando raciocínio, criatividade e discernimento. A dependência excessiva da internet e a sobrecarga de informações falsas – impulsionadas por bots – tornam difícil separar verdade (trigo) de engano (joio). Quem controla esses sistemas de IA detém poder sem precedentes, podendo moldar mentes e limitar a liberdade dos usuários.
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Editorial Maio de 2026
A Comunhão Reparadora dos Primeiros Sábados foi pedida por Nossa Senhora em Fátima, em 1917, e reafirmada em 1925 à Irmã Lúcia, acompanhada da promessa da salvação eterna. Durante cinco meses consecutivos, no primeiro sábado, os fiéis devem se confessar, comungar, rezar um terço e fazer 15 minutos de companhia a Maria meditando os mistérios do Rosário, em reparação ao seu Imaculado Coração. Apesar da grandeza da promessa, essa devoção ainda não se difundiu amplamente entre os católicos. Trata-se de um simples ato de piedade da nossa parte, mas que obtém de Nossa Senhora a graça incomparável de sua assistência na hora da morte.
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Lançamento do mais recente livro do Pe. David Francisquini
O artigo relata o lançamento, em 21 de março, do livro Recordações e reflexões de um padre no interior do Brasil. Memórias do Pe. David Francisquini, em Cardoso Moreira (RJ). A obra reúne histórias e reflexões desde a infância do autor até sua atuação como sacerdote. Autoridades civis e eclesiásticas enalteceram seu papel na vida religiosa e social da cidade, inclusive na emancipação do município. Representantes do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira destacaram seu combate em defesa da doutrina tradicional da Igreja e contra reformas progressistas. O evento teve discursos, sessão de autógrafos, apresentações musicais e, nas palavras finais, o Pe. David definiu o livro como um testemunho de fé e de caminhada com o povo.
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