NOBREZA E TRADIÇÃO NUMA CRISTANDADE VIGOROSA 9
A família do monarca é especializada em desempenhar as funções governativas, e os príncipes são educados para governar, convivendo com governantes desde a infância. Carregam no sangue alguma predisposição hereditária para o governo e são educados por preceptores especialmente escolhidos. Não sobem ao trono como improvisados, aventureiros, e terão assim condições para governar de acordo com uma tradição familiar. N
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Luís XIV queria confiar a educação do delfim a Bossuet, bispo de Meaux, mas receava algum conflito dele com o duque de Montausier, então governador do palácio. Este argumentou: – Majestade, o importante não é que o preceptor seja conveniente para mim, e sim para o príncipe. Além disso, podeis estar certo de que nunca exigirei nada contrário à dignidade de um bispo.
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O texto reúne episódios históricos que exaltam a coragem dos pregadores ao advertirem reis e nobres sobre seus vícios. Mostra que a verdadeira pregação não buscava agradar às autoridades, mas anunciar a verdade e defender a moral cristã. Também destaca o valor da franqueza, da humildade e da capacidade de reconhecer os próprios erros. As anedotas contrastam discursos vazios e bajuladores com palavras simples, sinceras e espiritualmente proveitosas. Por fim, ressalta a importância de respeitar a Igreja e seus ministros, colocando a consciência e a fé acima dos interesses terrenos.
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