As Cruzadas contradizem o espírito cristão?
Um discípulo de Jesus Cristo pode servir e lutar no exército? Numa guerra, um católico virtuoso e temente a Deus pode matar sem pecar?
Essas perguntas intrigam muitos fiéis, especialmente em nossa época eivada de pacifismo, na qual muitos pregadores apresentam a figura de Nosso Senhor Jesus Cristo como a de um pregador humanitário e pacifista.
...
Quer ler o artigo completo?
Assine a Revista Catolicismo e tenha acesso a todos os artigos e edições exclusivas.
Artigos Relacionados
Destaque
Por que tantos têm tanto medo do renascimento católico?
O texto analisa o “renascimento silencioso” do catolicismo nos EUA, com aumento de batismos de adultos, especialmente entre jovens da Geração Z e grupos sociologicamente pouco propensos à conversão (ateus, muçulmanos, intelectuais, celebridades). Céticos progressistas tentam minimizar ou explicar o fenômeno apenas por números ou por vantagens sociais, vendo a conversão como “marcador de elite” ou estratégia de estabilidade e ascensão. O autor critica essas leituras sociológicas, mostrando que ignoram o principal agente da conversão: Deus, cuja graça move as almas a abandonar vantagens materiais e ambientes hostis para abraçar a fé. Chama esse movimento de “toque divino” que rompe narrativas liberais, assusta quem vive como se Deus não existisse e indica que algo extraordinário está em curso na História.
Destaque
RÚSSIA-UCRÂNIA - A guerra religiosa que a mídia oculta
Ao noticiar a guerra de invasão russa da Ucrânia, a grande mídia silencia obstinadamente um fato relevante: está em curso uma guerra religiosa contra a Igreja Católica.
Destaque
Plinio Corrêa de Oliveira e o Coetus Internationalis Patrum no Concílio Vaticano II
Cada vez mais se esclarece o papel desempenhado por Plinio Corrêa de Oliveira na reação do movimento conservador-tradicional durante o Concílio Vaticano II e, concretamente, no Coetus Internationalis Patrum. Após os livros de Roberto de Mattei e Benjamin Cowan, eis agora os trabalhos de Philippe Roy-Lysencourt.