Editorial - Janeiro de 2026
A recente mudança de pontificado, na Santa Igreja, suscitou muitas esperanças; mas também, como se tem visto, inseguranças, desconfianças e desilusões.
Um turbilhão de desordens catastróficas está encaminhando o mundo para a Terceira Guerra Mundial, mas reações conservadoras surpreendentes nos animam, provocando muitas esperanças.
Na geopolítica mundial, 2025 foi um ano de surpreendentes rupturas e inesperadas alianças. Elas convulsionaram o panorama global, sobretudo após a volta de Trump à Casa Branca.
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Editorial - junho de 2026
O texto alerta para a rápida “normalização” de práticas corporais outrora vistas como hediondas — tatuagens, piercings e agora implantes de chifres, dentes vampirescos, língua bífida, tatuagem no globo ocular e mutilações. Mostra que, num clima de relativismo moral e Revolução Cultural, tais costumes podem tornar‑se socialmente aceitos, apesar de já haver 32% de brasileiros tatuados e numerosos danos físicos e morais. A revista anuncia, por isso, um estudo de capa para revelar o “outro lado” da tatuagem, inclusive sua dimensão imoral e satânica, conclamando os católicos a reagir. No pós-escrito, lembra o conselho de um monsenhor: em vez de “pichar” o corpo com imagens sagradas, levar medalhas e um terço consigo.
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Editorial Maio de 2026
A Comunhão Reparadora dos Primeiros Sábados foi pedida por Nossa Senhora em Fátima, em 1917, e reafirmada em 1925 à Irmã Lúcia, acompanhada da promessa da salvação eterna. Durante cinco meses consecutivos, no primeiro sábado, os fiéis devem se confessar, comungar, rezar um terço e fazer 15 minutos de companhia a Maria meditando os mistérios do Rosário, em reparação ao seu Imaculado Coração. Apesar da grandeza da promessa, essa devoção ainda não se difundiu amplamente entre os católicos. Trata-se de um simples ato de piedade da nossa parte, mas que obtém de Nossa Senhora a graça incomparável de sua assistência na hora da morte.
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Editorial - Abril de 2026
O “Tempo Pascal” é o período mais solene do Ano Litúrgico, iniciando na Vigília Pascal e se estendendo até a Oitava de Pentecostes, marcado por cânticos de Aleluia e o hino Regina Coeli. Dom Prosper Guéranger o define como uma única solenidade prolongada, na qual a alegria da Ressurreição não se interrompe. O ápice celebra-se no Domingo de Páscoa, quando a vitória de Cristo sobre a morte é proclamada e testemunhada historicamente. Durante todo o período, o Círio Pascal simboliza Cristo ressuscitado, reforçando a vivência litúrgica da fé e da esperança na glória eterna.
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Editorial – Março de 2026
Na Cruz, Jesus sacrificou-se pela humanidade, e todos participamos de seus sofrimentos através de nossos pecados. A crise contemporânea da Igreja representa uma crucificação contínua do corpo místico de Cristo. Santo Afonso Maria de Ligório recomenda meditar a Paixão como meio eficaz para inflamar o amor de Deus e alcançar conversão e santidade. Para a Semana Santa, reproduzem-se suas 15 meditações, suplicando à Mater Dolorosa que conceda graças de reparação e ressurreição da Cristandade.