Tentando explicar a crise sobre a GROENLÂNDIA
Os benefícios de não invadir
O que torna a insistência em possuir a Groenlândia ainda mais intrigante é o fato de o governo da ilha estar mais disposto do que nunca a trabalhar da melhor maneira possível para promover os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos.
Essa cooperação livre e de boa vontade permitiria aos Estados Unidos utilizar diversas bases militares sem conflitos. A ilha, do tamanho do Meio-Oeste americano, já possui excelentes órgãos governamentais e uma boa estrutura, embora limitada. A população é muito receptiva a negócios estrangeiros, o que poderia facilitar oportunidades de mineração.
...
Quer ler o artigo completo?
Assine a Revista Catolicismo e tenha acesso a todos os artigos e edições exclusivas.
Artigos Relacionados
Internacional
As verdadeiras causas da guerra e a única condição para a paz
A maioria dos analistas atribui a guerra no Oriente Médio a interesses econômicos, mas Roberto de Mattei sustenta que as causas profundas são teológicas e escatológicas, ligadas a visões de fim dos tempos presentes no evangelicalismo americano, no sionismo judaico, no messianismo xiita iraniano e no mito russo da “Terceira Roma”. Ideólogos como Dugin e até grandes nomes da tecnologia (Musk, Thiel) reinterpretam a luta entre Bem e Mal como conflito de poderes seculares pela dominação mundial. Em contraste, a Igreja Católica possui sua própria teologia da história, baseada em Santo Agostinho e reafirmada por Pio XI e Pio XII: o afastamento de Deus é a causa última das guerras. A única condição verdadeira para a paz é o retorno à ordem natural e divina, ao reino de Cristo, culminando no triunfo profetizado em Fátima pelo Imaculado Coração de Maria.
Internacional
Comunismo e anticomunismo em uma hora decisiva da História
Momentos decisivos da História são marcados por divisões religiosas e culturais. A teologia da história de Santo Agostinho oferece chave para interpretar crises como reflexo de tensões entre visões de mundo. Após 1991, o comunismo desapareceu da vista como rio cárstico, ressurgindo através do Foro de São Paulo (1990) e do bolivarianismo de Hugo Chávez na Venezuela. Nicolás Maduro radicalizou o legado chavista, transformando a Venezuela em laboratório de socialismo sustentado por repressão e manipulação eleitoral.