limite da “indefectibilidade”
Pergunta – Desde Buenos Aires, meus parabéns por sua coluna! Recentemente li um artigo num blog argentino que — ao comentar as sequelas do pontificado do Papa Francisco e a indefinição do atual — dizia que a confusão tinha chegado a tal ponto, que levava os limites da “indefectibilidade” da Igreja a extremos que nenhum teólogo do passado tinha imaginado. Jamais tinha ouvido essa palavra e gostaria de ter uma explicação do que ela significa para a Igreja e também para nossa fé na assistência divina de que Ela goza. Muito obrigado
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Palavra do Sacerdote - SAgrado Coração de Jesus
Pergunta – Ao tratar das causas do enfraquecimento da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, o senhor apontou o Movimento Litúrgico, surgido há quase um século. Confesso que isso me deixou confuso, pois sei que esse movimento começou muito bem, com Dom Prosper Guéranger, o grande abade de Solesmes, que restaurou o canto gregoriano e devolveu às igrejas a beleza das cerimônias do rito romano. Depois vieram ainda as boas iniciativas de São Pio X — a promoção da comunhão frequente, o incentivo à música sacra, a reforma do ofício, entre outras. Por isso, não consigo entender como algo que começou de maneira tão boa pôde, pouco tempo depois, acabar favorecendo justamente o declínio de uma devoção tão importante como a do Sagrado Coração? Não teria sido o senhor severo demais na crítica ao Movimento Litúrgico?
Palavra Do Sacerdote
Devoção ao Sagrado Coração de Jesus
Pergunta – Ao tratar das causas do enfraquecimento da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, o senhor apontou o Movimento Litúrgico, surgido há quase um século. Confesso que isso me deixou confuso, pois sei que esse movimento começou muito bem, com Dom Prosper Guéranger, o grande abade de Solesmes, que restaurou o canto gregoriano e devolveu às igrejas a beleza das cerimônias do rito romano. Depois vieram ainda as boas iniciativas de São Pio X — a promoção da comunhão frequente, o incentivo à música sacra, a reforma do ofício, entre outras. Por isso, não consigo entender como algo que começou de maneira tão boa pôde, pouco tempo depois, acabar favorecendo justamente o declínio de uma devoção tão importante como a do Sagrado Coração? Não teria sido o senhor severo demais na crítica ao Movimento Litúrgico?
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Palavra do Sacerdote - Junho de 2026
Pergunta – Participei recentemente de uma reunião ‘Crescendo na Fé’, organizada por um grupo leigo que eu não conhecia. Durante as discussões, tratou-se da devoção popular ao Sagrado Coração de Jesus, e fiquei bastante chocado ao perceber que o sacerdote palestrante e a maioria dos participantes apresentavam uma visão muito negativa dessa devoção. Alguns chegaram a afirmar que se tratava de uma prática pouco espiritual, que conduz a uma espécie de materialismo; outros disseram que seu objeto não era claro: se se tratava do órgão físico ou do amor entendido de forma simbólica. Houve quem alegasse que essa conexão entre o coração e o amor estaria superada pela ciência, que já não considera o coração como sede das emoções. Por fim, o próprio padre declarou que seria teologicamente errado prestar culto a uma parte do corpo, em vez de adorar a pessoa inteira de Cristo. Ainda foi feita uma crítica de que essa devoção dá ênfase excessiva aos sentimentos, colocando um foco desproporcional — até mórbido — no sofrimento e na reparação. Confesso que ainda estou perplexo com tudo que ouvi e gostaria de receber uma explicação que me ajudasse a preservar minha devoção ao Sagrado Coração Jesus.
Palavra Do Sacerdote
Palavra do Sacerdote - Abril de 2026
Pergunta – Li recentemente que o Bispo de Compostela, na Espanha, convidou o Pe. Andrés Torres para dar uma palestra em seu Seminário no dia da festa de Santo Tomás de Aquino. Ora, a notícia dizia que esse teólogo é conhecido por afirmar que a Ressurreição não foi um “milagre” nem um fato empírico acessível aos métodos da historia científica, mas uma mera “experiência de fé” subjetiva dos Apóstolos e dos discípulos. Segundo ele, as narrativas do Novo Testamento não deveriam ser tomadas ao pé da letra e uma eventual descoberta do cadáver de Jesus não seria incompatível com a fé católica. O que o senhor acha dessa tese, que parece estar cada vez mais difundida?