Qualquer semelhança, não é mera coincidência
Ponto De Vista

Qualquer semelhança, não é mera coincidência

O artigo mostra que o plano político aplicado hoje em Cuba sob Miguel Díaz-Canel repete a estratégia já denunciada por Prof. Plinio em 1969 sobre Fidel Castro. Diante de fracassos econômicos e diplomáticos, o regime cogitaria suavizar sua imagem, falando em “coexistência pacífica” para ganhar tempo e apoio externo. Inclusive, poderia até trocar o ditador por outro líder comunista para dar aparência de mudança. No fundo, trata-se de um artifício para prolongar a vida do regime marxista, como também se viu recentemente na Venezuela.
Plinio Corrêa de Oliveira

Ironicamente costuma-se dizer que “qualquer semelhança é mera coincidência”, mas se aplicarmos o trecho que segue — excertos de um artigo do Prof. Plinio, publicado na Folha de S. Paulo em 9-11-1969 —, perceberemos que “não é mera coincidência”.


O que hoje está ocorrendo na Cuba fidelcastrista é um velhaco plano já denunciado pelo autor do artigo abaixo há mais de meio século. Basta trocar o nome “Fidel Castro” por “Miguel Díaz-Canel” (atual ditador da ilha) que as peças se encaixam. A semelhança é real, como também é real o que aconteceu na Venezuela recentemente… Tiraram da velha gaveta o mesmo plano para tentar salvar Cuba da miséria total e completa causada pelo regime comunista. Fidel morreu, mas o plano não.

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