Comunhão Reparadora  dos primeiros sábados  de cinco meses consecutivos
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Comunhão Reparadora dos primeiros sábados de cinco meses consecutivos

O artigo explica que, nas aparições de Fátima, Nossa Senhora pediu duas coisas centrais: a consagração da Rússia ao seu Imaculado Coração e a prática da Comunhão Reparadora dos cinco primeiros sábados, ligando a isso promessas de paz e a salvação de muitas almas. Mostra que esses pedidos não foram plenamente atendidos, o que teria permitido a expansão dos erros do comunismo, perseguições aos bons católicos e guerras. Detalha as aparições a Irmã Lúcia em 1925, 1926 e 1929, nas quais Jesus e Maria insistem na devoção reparadora e esclarecem como praticá‑la, facilitando condições como a confissão em outros dias próximos. A grande promessa é que, cumprindo essa devoção (em espírito de reparação ao Imaculado Coração), Nossa Senhora assistirá os fiéis na hora da morte com as graças necessárias para a salvação. O texto conclui afirmando que guerra ou paz no mundo dependem, em parte, da prática dessa devoção e da consagração ao Imaculado Coração de Maria.
Paulo Roberto Campos


Da grandiosa e bela perspectiva de Fátima, com as promessas proferidas por Nossa Senhora — carregadas de muitas esperan­ças, mas também de sérias advertências à humanidade pecadora —, esta revista tem-se ocupado com certa frequência. Tratando, por exemplo, do castigo previsto, da consagração e conversão do mundo, e do Reino de Maria preanunciado por Ela.

Mas para a edição deste mês, e em memória da sua primeira aparição aos três pastorinhos em 13 de maio de 1917, pediram-nos para expor outro ponto também central nas revelações de Fátima: A prática da Comunhão Reparadora dos cinco primeiros sábados seguidos.

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