TATUAGENS - Satanás pretende marcar nossos filhos?
Catolicismo dá a lume nesta edição um estudo inédito sobre tatuagens. O autor, pertencente à associação Avenir de la Culture, dirigiu originalmente o trabalho ao público francês, mas ainda não foi publicado. Na presente tradução para a língua portuguesa, adaptamos o texto, com dados atuais da realidade brasileira. Não podemos permanecer indiferentes quando um novo flagelo atinge as gerações mais jovens: a disseminação desenfreada de tatuagens. Daí a importância de esclarecermos o tema. Outrora reservadas a indivíduos de origens marginalizadas, nos últimos anos as tatuagens têm causado preocupação devido à sua normalização. Tanto que um terço dos brasileiros tem a pele tatuada! Felizmente, essa tendência não agrada a todos. No entanto, quem suspeita que ela coloca em sério risco não apenas o corpo, mas também a alma daqueles que se tatuam? Por que a tatuagem foi condenada durante séculos de cristianismo? E por que agora é tão aceita e promovida? Essas são perguntas que pais e avós cristãos deveriam se fazer. Não seria, na verdade, papel das pessoas maduras aconselhar — e, se necessário, alertar — as gerações mais jovens? Para isso, é essencial compreender o problema e apreender melhor toda a sua dimensão. Assim, este estudo ajudará nossos leitores a fazerem as perguntas certas sobre uma prática que normalmente ninguém questiona e, esperamos, também encontrar as respostas certas. Primeiramente apresentamos as origens deste fenômeno, destacando depois o perigo que ele representa para a saúde e as suas ligações pouco conhecidas, mas infelizmente reais, com o satanismo, uma seita cujas práticas vis estão ganhando cada vez mais popularidade entre os nossos jovens. Que a leitura deste artigo, concebido para reflexão e ação — porque tal tendência não deve ser aceita passivamente, mas sim firmemente denunciada — ajude a impedir que jovens, e até alguns já não tão jovens, do seu círculo social carreguem para sempre uma marca da qual poderão arrepender-se pelo resto das suas vidas.
Da Redação de Catolicismo
AMANHÃ,
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