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“Falcões” e “pombos” na turbulência Internacional Internacional

“Falcões” e “pombos” na turbulência Internacional

O texto contrapõe “falcões” e “pombos” desde a Guerra Fria: os primeiros veem a paz garantida pela força e dissuasão, os segundos pela distensão, diálogo e convergência global. Mostra como, na prática, a política pacifista ocidental desarmou psicologicamente o público diante do expansionismo comunista (URSS e depois China), enquanto a linha dura de Reagan foi decisiva para o colapso soviético. Atualiza o quadro com 11 de Setembro, Covid, guerra na Ucrânia, ataques do Irã via Hamas e o retorno da “linha dura” com Trump e Netanyahu, vistos pela mídia pacifista como ameaças. Conclui, à luz de Plinio Corrêa de Oliveira, que a obstinação “dos pombos” historicamente favorece os agressores e pode repetir os erros que levaram ao Terror de 1789.

Roberto de Mattei •
MALDIÇÃO DO PETRÓLEO -  O Brasil entre a riqueza natural e o entrave estatal Nacional

MALDIÇÃO DO PETRÓLEO - O Brasil entre a riqueza natural e o entrave estatal

O artigo mostra como a “maldição do petróleo” se manifesta no Brasil: uma Petrobrás altamente lucrativa usada politicamente, com monopólio, corrupção, refino inadequado e enorme carga tributária que encarece combustíveis e toda a economia. Aponta o etanol (cana e milho) como alternativa estratégica, limpa e já responsável por cerca de ⅓ do consumo de combustíveis, que poderia crescer muito mais com menos impostos e incentivos corretos. Denuncia que o “Custo Brasil”, a burocracia e a voracidade fiscal levam produtores rurais e empresas a migrarem para países vizinhos com menos tributos, gerando crise no agronegócio, recorde de recuperações judiciais e até tragédias humanas, como suicídios de agricultores. Defende, por fim, a necessidade de reduzir o tamanho do Estado, aliviar a carga tributária e rever políticas ambientais e institucionais, para que a vocação produtiva do Brasil possa levá-lo ao papel de grande potência.

Hélio Brambilla •
Palavra do Sacerdote - Junho de 2026 Palavra Do Sacerdote

Palavra do Sacerdote - Junho de 2026

Pergunta – Participei recentemente de uma reunião ‘Crescendo na Fé’, organizada por um grupo leigo que eu não conhecia. Durante as discussões, tratou-se da devoção popular ao Sagrado Coração de Jesus, e fiquei bastante chocado ao perceber que o sacerdote palestrante e a maioria dos participantes apresentavam uma visão muito negativa dessa devoção. Alguns chegaram a afirmar que se tratava de uma prática pouco espiritual, que conduz a uma espécie de materialismo; outros disseram que seu objeto não era claro: se se tratava do órgão físico ou do amor entendido de forma simbólica. Houve quem alegasse que essa conexão entre o coração e o amor estaria superada pela ciência, que já não considera o coração como sede das emoções. Por fim, o próprio padre declarou que seria teologicamente errado prestar culto a uma parte do corpo, em vez de adorar a pessoa inteira de Cristo. Ainda foi feita uma crítica de que essa devoção dá ênfase excessiva aos sentimentos, colocando um foco desproporcional — até mórbido — no sofrimento e na reparação. Confesso que ainda estou perplexo com tudo que ouvi e gostaria de receber uma explicação que me ajudasse a preservar minha devoção ao Sagrado Coração Jesus.

Pe. David Francisquini •
Comentários dos Leitores - Junho de 2026 Carta Dos Leitores

Comentários dos Leitores - Junho de 2026

Leitores elogiam a firmeza doutrinária e a coragem intelectual da revista, especialmente na defesa da Ressurreição e da verdadeira fé católica. Há forte destaque para a Comunhão Reparadora dos cinco primeiros sábados e para as promessas de Nossa Senhora ligadas à devoção eucarística e mariana, pouco pregadas por parte do clero. Várias cartas defendem ardorosamente Maria como Corredentora e Medianeira de Todas as Graças, criticando duramente posições atuais da Congregação para a Doutrina da Fé e de alguns cardeais. Frases da Bíblia, de santos, filósofos e de Plinio Corrêa de Oliveira mostram a união entre fé e sabedoria, a necessidade de vida interior e de firmeza na defesa da Igreja.

diversos •
BATALHA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO Discernindo

BATALHA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Caravana do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira testemunha crescente devoção ao Santíssimo Sacramento em Corumbá de Goiás, símbolo de um autêntico “ressurgimento católico” nas igrejas do Brasil. Em contraste, o teólogo Guillermo Jesús Kowalski acusa essa adoração de ser “regressão espiritual” e “espiritualidade privatizada”, ecoando categorias da teologia da libertação. O autor rebate, mostrando a incoerência de considerar “grupo privilegiado” até o pobre simples que reza diante da Hóstia, e recorda a condenação da teologia da libertação marxista. Com base em Dom Chautard e na tradição da Igreja, defende que a adoração ao Santíssimo é a alma do verdadeiro apostolado, ilustrando com a bênção eucarística diária em Viena como símbolo da batalha do Santíssimo ao longo dos séculos.

Paulo Henrique Américo de Araújo •
Editorial - junho de 2026 Editorial

Editorial - junho de 2026

O texto alerta para a rápida “normalização” de práticas corporais outrora vistas como hediondas — tatuagens, piercings e agora implantes de chifres, dentes vampirescos, língua bífida, tatuagem no globo ocular e mutilações. Mostra que, num clima de relativismo moral e Revolução Cultural, tais costumes podem tornar‑se socialmente aceitos, apesar de já haver 32% de brasileiros tatuados e numerosos danos físicos e morais. A revista anuncia, por isso, um estudo de capa para revelar o “outro lado” da tatuagem, inclusive sua dimensão imoral e satânica, conclamando os católicos a reagir. No pós-escrito, lembra o conselho de um monsenhor: em vez de “pichar” o corpo com imagens sagradas, levar medalhas e um terço consigo.

Editorial •
Editorial Maio de 2026 Editorial

Editorial Maio de 2026

A Comunhão Reparadora dos Primeiros Sábados foi pedida por Nossa Senhora em Fátima, em 1917, e reafirmada em 1925 à Irmã Lúcia, acompanhada da promessa da salvação eterna. Durante cinco meses consecutivos, no primeiro sábado, os fiéis devem se confessar, comungar, rezar um terço e fazer 15 minutos de companhia a Maria meditando os mistérios do Rosário, em reparação ao seu Imaculado Coração. Apesar da grandeza da promessa, essa devoção ainda não se difundiu amplamente entre os católicos. Trata-se de um simples ato de piedade da nossa parte, mas que obtém de Nossa Senhora a graça incomparável de sua assistência na hora da morte.

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Qualquer semelhança, não é mera coincidência Ponto De Vista

Qualquer semelhança, não é mera coincidência

O artigo mostra que o plano político aplicado hoje em Cuba sob Miguel Díaz-Canel repete a estratégia já denunciada por Prof. Plinio em 1969 sobre Fidel Castro. Diante de fracassos econômicos e diplomáticos, o regime cogitaria suavizar sua imagem, falando em “coexistência pacífica” para ganhar tempo e apoio externo. Inclusive, poderia até trocar o ditador por outro líder comunista para dar aparência de mudança. No fundo, trata-se de um artifício para prolongar a vida do regime marxista, como também se viu recentemente na Venezuela.

Plinio Corrêa de Oliveira •
A Realidade Concisamente - Maio de 2026 Realidade Concisamente

A Realidade Concisamente - Maio de 2026

Os Estados Unidos deixaram 66 ONGs internacionais ligadas à agenda ambiental da ONU, acusando-as de serem dispendiosas, inúteis e ideologizadas, sobretudo na questão do aquecimento global. Autoridades argentinas expõem a “True Crime Community”, subcultura digital que glorifica massacres em escolas, suicídio e crimes violentos, orientando jovens em canais como Discord e Telegram. Em reação aos danos do mundo digital, a Austrália e outros países restringem redes sociais e celulares para menores, observando melhora imediata no convívio escolar. Cresce também a preocupação com a inteligência artificial, apontada por especialistas como fator de alucinações, surtos de mania, intenções suicidas e isolamento, gerando uma “epidemia de crise mental” e até sendo vista por alguns como algo quase demoníaco, capaz de ameaçar o futuro da humanidade.

diversos •
As verdadeiras causas da guerra e a única condição para a paz Internacional

As verdadeiras causas da guerra e a única condição para a paz

A maioria dos analistas atribui a guerra no Oriente Médio a interesses econômicos, mas Roberto de Mattei sustenta que as causas profundas são teológicas e escatológicas, ligadas a visões de fim dos tempos presentes no evangelicalismo americano, no sionismo judaico, no messianismo xiita iraniano e no mito russo da “Terceira Roma”. Ideólogos como Dugin e até grandes nomes da tecnologia (Musk, Thiel) reinterpretam a luta entre Bem e Mal como conflito de poderes seculares pela dominação mundial. Em contraste, a Igreja Católica possui sua própria teologia da história, baseada em Santo Agostinho e reafirmada por Pio XI e Pio XII: o afastamento de Deus é a causa última das guerras. A única condição verdadeira para a paz é o retorno à ordem natural e divina, ao reino de Cristo, culminando no triunfo profetizado em Fátima pelo Imaculado Coração de Maria.

Roberto de Mattei •