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BALANÇO DE SAFRA 2025
Produção agrícola, soberania e cerco ideológico
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Produção agrícola, soberania e cerco ideológico
Palavra Do Sacerdote
Pergunta – Há mais ou menos um ano, minha mulher e eu descobrimos a Missa tradicional. No início, fomos por curiosidade, talvez até com alguma reserva. Depois, pouco a pouco, aprendemos a entrar no silêncio, a acompanhar o rito com o missal, a saborear uma liturgia mais recolhida, marcada pelo senso do sagrado e do mistério. Com o tempo, percebemos que já não conseguíamos mais participar com facilidade da Missa no rito novo, que passou a nos parecer ruidosa, muito exterior e pouco propícia à oração profunda. Alguns amigos, notando a nossa ausência na Missa paroquial habitual, passaram a nos censurar, dizendo que os fiéis ligados à tradição se fecham em si mesmos e esquecem algo essencial da Igreja: o "estar juntos". Segundo eles, se cada grupo escolhe o rito que prefere, a liturgia deixa de ser um fator de unidade e passa a ser elemento de divisão, quando não de exclusão. Para reforçar o argumento, evocam a chamada "comunhão eclesial", insistindo que o bispo celebra apenas no rito novo, e que, portanto, não seria possível permanecer em comunhão se não se participasse "da mesma mesa eucarística". O que pensar diante dessas objeções?
Pagina Mariana
A maioria das pessoas imagina a Antiguidade semelhante aos tempos atuais, sem perceber que o Cristianismo abriu um mundo de beleza, alegrias e prazeres desconhecidos pelos antigos. Não consideram as magníficas conquistas culturais dos séculos posteriores, especialmente após a terra ser abençoada pelo sangue de Jesus Cristo.
In Memoriam
Aos 94 anos, faleceu em São Paulo no dia 17 de dezembro o Dr. Plinio Vidigal Xavier da Silveira, diretor do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Dedicado colaborador da revista Catolicismo, sobretudo com seus sagazes e brilhantes artigos atinentes aos emaranhados da política nacional.
Editorial
Após a morte de Chávez e prisão de Maduro em 2026, a Venezuela se viu livre dos ditadores, mas não do regime comunista. A vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu interinamente, mantendo toda a estrutura chavista: nomenclatura no governo, Judiciário controlado, empresas estatizadas e corrupção. A repressão continua brutal, com o governo incentivando denúncias contra quem comemora a prisão de Maduro. A população permanece oprimida e na miséria extrema, sem acesso a medicamentos e alimentos. O texto alerta sobre a importância de o Brasil não seguir o caminho comunista que assola a Venezuela.